«Tu esqueceste-te que ainda estou viva? Esqueceste-te tudo o que tínhamos?
Tu esqueceste-te de mim? Arrependes-te de teres estado ao meu lado?
Esqueceste-te o que nós sentíamos por dentro? Agora só me resta nos esquecer.
Mas em alguma parte nós erramos, nós éramos tão fortes!
O nosso amor era como uma canção, não te podes esquecer disso. (...)
Tu arrependes-te de sempre me teres segurado na mão? Nunca, por favor não esqueças, não te esqueças.
Tínhamos tudo, estávamos prestes a nós apaixonar ainda mais. (...)
Todas as fotos foram queimadas e todo o passado apenas uma lição que aprendemos.
Não vou esquece-lo, por favor não o esqueças também. (...)»
terça-feira, 21 de julho de 2009
sábado, 18 de julho de 2009
detalhes da tua ausência VIII
O desconhecido sempre foi algo que me dizia que me defendesse e protegesse a minha intimidade com toda a força e garra que tinha. Quebras-te o meu escudo. Furas-te de punho cerrado a placa nublada em minha volta que me afastava dos curiosos ou interessados. Nunca percebi se gostava de assim ser, era mais o habito e o medo que me tomavam as acções de me resguardar do resto. Melhoraste-me, e este meu instinto manteve-se em stand-bye.Crias-te um mostro. Aprendi muito contigo, mas desaprendi também. Tornei-me exigente - ainda mais - insatisfeita, sedenta e depois, por loucura minha, sozinha. Ver-me só de novo fez com que o instinto e o meu estrago pessoal se sentissem como uma criança que aprende a falar e depois ficasse de seguida anos sem o fazer. Misturou-se tudo mas eu julguei-me adulta suficiente para saber lidar com qualquer situação que viesse dali para a frente. Mas tenho feito tantas asneiras que agora tenho certezas de que não o sou assim tanto. Não me estou a desculpar, muito menos a culpar-te. Só a constatar factos. Não sou tão madura como pensei e tu, queiras ou não admitir, formaste-me como se eu fosse depender de ti a vida toda. E sabes de longe que não era o que eu queria de todo. Não o ficar contigo para sempre, mas a parte da dependência. Lembro-me de quando gozava contigo e dizia que não eras meu namorado mas sim a minha minha melhor amiga. Porque verdade seja dita, e por mais que as minhas duas meninas agora me venham dar nas orelhas, era a mais pura das verdades. De todos os amigos de antes, hoje ou que viram. Tu eras o melhor. E, mesmo de orgulho ferido, digo que o serás sempre. O melhor amigo que algum dia tive em mãos. Dizeres-me agora que já não me amas. Não sei descrever a sensação. Foi como um género de alivio por ti. Porque se acabaram as dores esgotantes, os choros nocturnos, os pensamentos de te perguntares em que é que falhas-te e porque é que eu te deixei. Agora tens o coração solto, e mesmo sabendo que difícilmente o abrirás de novo para alguém, ao menos já não sou mais um tema em que ocupas a cabeça e esse coração tão admirável. Estejas em casa ou realmente numa cama de hospital, fale bem ou não contigo, quero mais que tudo neste mundo que sejas forte. Tanto ou mais como pensas-te eu ser quando me conheceste.
Eu não me queria começar a expor tanto, mas merda, há outra maneira de tu me ouvires sem mal escutes me venhas com a tua argumentação nata para cima?!
sexta-feira, 17 de julho de 2009
«Ser ou não ser, eis a questão»
quinta-feira, 16 de julho de 2009
(acabou, até te esqueçer) - música.
«Acabou, não interessa o que falhou. E não me interessa o que não mudou, eu e tu sabemos o que se passou (...)
Magoaste-me, eu perdoei. Foi mentira mas acreditei. Custou, mas acordei. (...)
Por mais que custe, eu vou ser capaz! Juro a mim mesmo não voltar atrás.
Vou ter saudades mas tu não vais saber, vou pensar em ti até te esquecer.
Acabou, sim acabou. Acabou e não quero mais. Acabou e não chores mais.
Não há dor nem desgosto que o tempo não cure. Se eu amei e acreditei que ninguém me censure. (...)
Se perguntarem por mim diz que comigo está tudo bem,
que não deu certo mas que a culpa não é de ninguém. Só é quando tiver de ser.
Vou pensar em ti até te esquecer. (...) Quando me vires na rua sorri, mas continua. (...)
Dizias que amavas mas não mostravas, sabias que erravas mas nunca mudavas. (...) Chegou o fim. (...)»
Magoaste-me, eu perdoei. Foi mentira mas acreditei. Custou, mas acordei. (...)
Por mais que custe, eu vou ser capaz! Juro a mim mesmo não voltar atrás.
Vou ter saudades mas tu não vais saber, vou pensar em ti até te esquecer.
Acabou, sim acabou. Acabou e não quero mais. Acabou e não chores mais.
Não há dor nem desgosto que o tempo não cure. Se eu amei e acreditei que ninguém me censure. (...)
Se perguntarem por mim diz que comigo está tudo bem,
que não deu certo mas que a culpa não é de ninguém. Só é quando tiver de ser.
Vou pensar em ti até te esquecer. (...) Quando me vires na rua sorri, mas continua. (...)
Dizias que amavas mas não mostravas, sabias que erravas mas nunca mudavas. (...) Chegou o fim. (...)»
quarta-feira, 15 de julho de 2009
World Press Photo 09
segunda-feira, 13 de julho de 2009
abcdefghijklmnopqr
Senti o ardor. Como se fosse a cruel ruptura de uma amizade em bodas de ouro no que trata a cumplicidade, não em datas. Vai na volta, até foi mesmo isso. Senti no decorrer de segundos o aperto de horas no coração carente de quando as coisas corriam melhor. Não querendo exagerar, foi como se por semanas corridas tivesse passado de teletransporte para um mundo diferente. De admirar, de querer conhecer mais. Saudavelmente, sem fanatismos. Tive cuidado ao tecer o tecido, no acrescento ao bordar, como quem se dedica a algo bom para a cabeça e o coração. Que o distrai. E, puramente, sinto o meu empenho atirado pela tal janela fora. Ainda que nem o tenha acabado. Sendo-nos sincera, no inicio(?)
domingo, 12 de julho de 2009
good friendship.
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