quarta-feira, 23 de dezembro de 2009
(Lawrence) - música.
«Cada palavra que eu escrevo é sempre a pensar em ti.
Cada música que eu canto é com o teu rosto na minha mente.
Eu preciso que tu percebas o quanto eu preciso de ti na minha vida.
Mantens-me viva, e eu vou sempre lutar por ti. (...)
Eu preciso que tu percebas o quanto eu preciso de ti na minha vida.
Mantens-me viva, e eu vou sempre lutar por ti. (...)
Todos os dias eu acordo e agradeço a deus por te ter dado a mim.
Eu sei que ás vezes cometo erros. Eu fui e escolhi o caminho errado.
Eu sei que ás vezes cometo erros. Eu fui e escolhi o caminho errado.
Mas eu preciso que tu saibas que sempre te amarei e precisarei de ti.»
segunda-feira, 21 de dezembro de 2009
ela é a noite.
Eu vi cada movimento do teu corpo esguio. Eu ouvi-o comunicar em várias línguas, pedindo a minha nele. Eu pude sentir esse teu odor corporal naturalmente fresco à mistura com o jasmim. Senti a textura sedosa do teu vestido preto que somente balançava nos vagões energéticos de luz. A minha pele arrepiou-se ao vislumbrar esses olhos pintados muito escuros e brilhantes, como a união de todas as estrelas do céu em dois únicos pontos: esses olhos profundos, famintos e assanhados que bolçam diversão. Apreciei as tuas mãos compridas e magras a percorrerem o próprio corpo, as unhas vermelhas que imaginei instantaneamente a arranharem-me as costas ainda nessa mesma noite. As minhas pernas fraquejaram ao ver o teu pescoço tenro, suave, a cheirar a mulher, ligeiramente tapado pelos cabelos ruivos rebeldes e guerreiros. O meu coração parou com a visão já turva das tuas pernas, muito altas e perfeitas, desejei-as enlaçadas na minha cintura ainda nessa mesma noite, juntamente com os peitos cheios que suportas a roçarem no meu tronco já despido. Molhas-te os lábios rosados com a língua ágil. Devias estar quente. E era assim que te queria, quente e inerte nos lençóis vermelhos da minha cama, ainda nessa mesma noite.domingo, 20 de dezembro de 2009
please please
Querido São Pedro, sabes que não me importo nada de volta e meia passar um fim-de-semana em casa á base de leite suíço com chocolate, filmes e música. Mas a partir de segunda começa a minha vida social e este frio não ajuda muito os meus ricos ossinhos que viram barras de gelo quando saiu de casa. Vamos lá a melhorar aqui o tempo que no Natal é bom o frio, mas eu tenho ainda compras para fazer e o Chiado é ao ar livre caso não te lembres! Agradecida.
sábado, 19 de dezembro de 2009
sexta-feira, 18 de dezembro de 2009
i don't understand.
Nem sempre percebo estes nossos tremores - os motivos concretos pelo qual o chão abana forte e vai rachando tão depressa. Não sei se sou eu, se o epicentro é bem aqui no mar, na mais funda escuridão oceânica. Ou se és tu, no espesso da tua relva, planalto que quase alcança o céu. E desse pico me vês, cada passo em falso, cada indecisão. Desse pico lacrimejas por estares tão agarrado a esse céu que já foi o nosso limite. Comigo aqui longe, tão no fundo mas ainda assim o azul mais brilhante reveste-me os olhos e as escamas. Não sinto o sol e a lua que no teu topo pousam á muito tempo. Por vezes sinto saudades de sentir o teu aconchego térmico e das folhas a avermelharem-me o coração.
quarta-feira, 16 de dezembro de 2009
wish wish
Ai como me saberia bem trocar de vida por uns diazitos com uma das minhas adoráveis gatas e passar o dia estendida no quente da minha rica sala sem fazer nenhum. A dormir, e a levantar-me somente para comer ou para ir a um quarto assim ao calhas (como por exemplo aqui o da Mafalda) partir umas coisinhas ao desfilar-me antes de voltar a ir dormir. Isto não há consideração por ninguém!
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