Ora vamos só fazer um ponto de situação: andar numa escola onde não se pode usar calções, mini-saias, chinelos, chapéus, óculos de sol, algo com decote e vestidos já é muito mau mas também, raros eram os formadores que se importavam realmente com essa regra. Mas dizerem-me que para o ano provavelmente vai ser obrigatório o uso de uniforme... É para cortar o pulso, no mínimo.terça-feira, 18 de maio de 2010
rules rules
Ora vamos só fazer um ponto de situação: andar numa escola onde não se pode usar calções, mini-saias, chinelos, chapéus, óculos de sol, algo com decote e vestidos já é muito mau mas também, raros eram os formadores que se importavam realmente com essa regra. Mas dizerem-me que para o ano provavelmente vai ser obrigatório o uso de uniforme... É para cortar o pulso, no mínimo.segunda-feira, 17 de maio de 2010
da autoria de Miguel Esteves Cardoso
"Quando se é feliz muito novo, a única obsessão que se tem é aguentar a coisa. Vive-se ansiosamente com a desconfiança, quase certeza de a coisa piorar. O pior é que as pessoas que se habituaram a serem felizes não sabem sofrer. Sofrem o triplo de quem já sofreu. (...) No amor é igual. Vive-se à espera dele e, quando finalmente se alcança, vive-se com medo de perdê-lo. E depois de perdê-lo, já não há mais nada para esperar. Continuar é como morrer. As pessoas haviam de encontrar o grande amor das suas vidas só quando fossem velhas. É sempre melhor viver antes da felicidade do que depois dela."sábado, 15 de maio de 2010
secrets
Hoje poderia ser o dia ideal para falar um pouco sobre mim. Olha em volta e vê todos estes meus inimigos, mal sabem eles que a minha dor não pode ser maior. Que nada do que façam me doará mais do que tudo aquilo de que eu tenho vindo a sofrer. Eu queria contar a toda a gente os meus segredos, porque eles são tudo aquilo que eu sou. Mas eu sei que no momento em que os contar irei expor todas as minhas fraquezas, todas as minhas fragilidades, iria-me dissolver em lágrimas, e sei também que ninguém após escuta-los com o coração seria o novamente mesmo. Porque isto já não é igual a quando somos crianças, em que o pai e a mãe resolvem os nossos problemas tão frágeis. Nos dizem que somos o mundo deles e que estaremos sempre em primeiro lugar, e o nosso coração descansa. Agora a historia é real, e eu sinto-me completamente perdida. Já não há mais ninguém capaz de cuidar de mim, de me proteger destes segredos todos atulhados no meu peito. Eu perdi a confiança e não sei se me vou aguentar sem ir mais uma vez abaixo. Então, tu que me ouves ou lês faz de tudo para me arrancar um sorriso. Eu sei que não é algo que se peça, mas eu suplico um momento de alegria. Porque mesmo quando eu sorrio, por detrás choro e sinto-me desamparada, sem uma única mão que me segure. E ao contrário do que possas pensar, que isto é somente um desabafo de um dia mau, esta angustia é realmente a banda sonora da minha vida.Anne
quinta-feira, 13 de maio de 2010
de mão dada.
(...) Eu tento. Juro por tudo, e em nome desse deus que tanto respeitas inclusive, em como me esforço. Eu lutaria por ti até a última gota de suor, até ao ultimo gemido mutuo nosso. Eu cruzaria o mar para me tentar mudar, para que pormenores caracteristicos meus não pisassem o nosso envolver. Acredito realmente que não haveria nada que tu me pedisses que eu te responderia um imediato não, firme e decisivo. Quero (e preciso) muito que tudo corra bem. Os meus olhos não aguentam ver mais um barco a desapareçer no horizonte. (...)
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