quarta-feira, 7 de julho de 2010
terça-feira, 6 de julho de 2010
open mind.
As asas batem no tecto. Já não há espaço. Já não há um céu infinito a alcançar. Há sim um pequeno espaço completamente preenchido. Não sei o que fazer com estas asas. Se as cortar para continuar a caber cá dentro ou sair da minha caixa e deixa-las crescer ainda mais. Sei somente que foste tu que as fizeste brotar, e agradeço-te do fundo no (meu/teu) coração.segunda-feira, 5 de julho de 2010
missing anything.
Há saudades que navegam em mares turbulentos. Debaixo de tempestades rigorosas e loucas. Está escuro e elas julgam-se perdidas e indomáveis. Dão-nos cabo da cabeça, da sanidade que grita por paz. Vão de acordo com a maré, ora baixas ora altas. Agressivas ou passivas. Mas nunca saciadas, nunca desaparecem. Há sempre saudades.
Porque em cada cinco batimentos do teu coração, três são de pura saudade.
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