segunda-feira, 12 de julho de 2010

body&soul

O que é que se passa comigo? Porquê esta insatisfação agora? Esta aparente insuficiência de boas vibrações. O meu corpo não está a sugar todas as boas sensações, aliás, ele cospe violentamente as que já cá permanecem como quem ordena que eu própria arranja melhor, porque ele não se alimenta com coisa pouca. Torna a batalha por estabilidade ainda mais exigente, ainda mais austera. Quero ser feliz como qualquer outra pessoa, a um nível pessoal e íntimo. Não quero consumir a felicidade do mundo inteiro, tem calma ó tu a que chamam de alma.

domingo, 11 de julho de 2010

climate climate

Isto se calhar é de mim, mas os dias seriam tão mais agradáveis se não estivesse tanto calor... Gosh!

sexta-feira, 9 de julho de 2010

old gold

Se todas as lágrimas que se choram rolassem directas ao mar, estaria o oceano muito mais cheio? Eu acho que sim... E tu podes achar parvoíce minha esta pergunta. Mas também não podes exigir que a minha cabeça esteja lúcida. Tu mudaste a minha vida de uma forma alucinante. Estou muito consumido pelo medo. E a experiência deu-me a sabedoria de não ter medo de admiti-lo. Tenho medo que me tenhas enlouquecido. Porque o meu lugar é ao teu lado, entre a escuridão e o ouro. Entre as vestes pretas e as moedas douradas como antigamente. Nos nossos bons e velhos tampos. Já olhas-te bem para o céu? Ele agora é cinza, e eu só vejo olhos lá em cima, já não existem as nossas estrelas. Há sim centenas de olhos fixos em mim. Julgando-me, apreciando-me, odiando-me. Eles têm pena de mim, por ter esperado por aquela que escolhi como a mulher da minha vida. Sei que formam um género de caminho no céu que não vejo claramente. Sinto-o. Como na manhã de 1985 eu senti pela ultima vez a tua suave pele.

meu mundo.

O mundo não percebe. Ou se percebe faz-se de burro. É irritante e angustiante esta sensação. Não consigo ser mais óbvia naquilo que te digo, porra mundo, será assim tão complicado entenderes? Enervas-me com essa tua inocência ou - o mais provável - ignorância. Não sei qual a pior. Faz como quiseres mundo, afasta-te e não te prenuncies mais ao meu ouvido se assim o preferires. Ás vezes cansas-me. Deixas-me nervosa, sabes-lo, e não fazes nada para o evitar. Talvez me preocupe demasiado contigo, e te queira todo só para mim, mundo. E tu és de tantas, tantas pessoas... Gostava de ter isso sempre fixo na minha mente. Mas não consigo, porque nem por isso é fácil. Atormentas-me. Devias-me dar mais ouvidos, devias ler duas ou mais vezes tudo aquilo que te escrevo. Porquê tantas são as vezes que tu não entendes, e não tens noção do quanto isso me magoa. Neste preciso e exacto momento só queria conseguir esquecer-te por uns breves momentos. Estabilizar este nervosismo e ansiedade, este meu "amor" por ti meu mundo. E nunca pensei deseja-lo. Estamos juntos à algum tempo - talvez desde que eu sou eu. Este novo eu. E não te zangues comigo, mas sabes... Tanto és o melhor mundo em que eu poderia viver, como o mais instável e desgastante dos mundos. E são estas coisas que desfalecem os meus sentimentos por ti.

quinta-feira, 8 de julho de 2010

22:30

É fabulosa a forma inigualável de como as tuas palavras, tantas vezes atrapalhadas, me preenchem o peito e o fazem soprar mais rápido. É formidável e comovente cada conjunção frásica que soltas, que lanças numa disfarçada brusquidão simplesmente deliciosa. Que te dá toda essa graça, esse encanto que fascina qualquer ser. És um pedaço de céu que voou até mim, com lascas de paraíso e de rebeldia entranhadas. Não há vazios em mim quando estás de mão dada a minha, quando o teu peito é o meu berço e os teus lábios o pote de ouro no final do arco-íris.

"E por mim nunca mais hás-de saber o que é estar sozinha. Confio mesmo em ti e acredito completamente em nós" 23:20

swim swim

E o 1º mergulho do ano, deu-se esta manhã.

Ow! #12