Eu ainda nem acredito na minha média final deste ano... Era tão bom que o meu excel tivesse um erro que diminuía as médias, e eu lhe pudesse meter as culpas todas.
quarta-feira, 14 de julho de 2010
creepy creepy
Eu ainda nem acredito na minha média final deste ano... Era tão bom que o meu excel tivesse um erro que diminuía as médias, e eu lhe pudesse meter as culpas todas.
22:48
O tempo tanto vai como vem. É como as ondas do vasto mar que já nos uniu. É como a verdade e a autenticidade que embala esta relação. «O mundo dá aquilo que o mundo tem» e sendo tu o meu mundo, dar-te-ei sempre tudo, o máximo que este pequeno coração conseguir. E mesmo quando não conseguir mais, que morra a tentar. É um amor profundo o que me rasga a pele: ainda há borboletas no estômago, aquele formigueiro nas pernas, o nervosismo nas mãos, a vergonha no rosto... Sabes aquele minucioso barulhinho quando já é noite pegada, em que parece que nada se houve, mas no fundo estamos a receber milhares de micro estímulos ao mesmo tempo? O quanto é reconfortante esse silêncio cuidadosamente embalado pelo barulho da brisa, de passos lá ao fundo, da roupa a bater nas cordas dos estendais... É assim que a minha mente está quando te abraço, quando os nossos corpos formam um só. Em paz. Num sossego harmonioso e do mais confortavel.Mas depois há aqueles momentos em que não estás, e é o caos, um autêntico tsunami de emoções ás reviravoltas. São berros a suplicarem a tua presença - que me junte a ti até o amanhecer. E que mesmo quando essa altura chegar, em que o sol surge alto no céu e soa o gongo de partida, que tu mesmo assim não nos deixes nunca, nunca mais. (...)
broken heart
Gostava que tivesses noção do quanto me afastas, do quanto me distancias. E o mal que isso faz à nossa relação. Ora estás atencioso e presente, ora simplesmente nem fales ou perdes a paciência para mim. Antes não recusavas um segundo comigo. E quando eu dizia que me ia embora, agarravas-me com força e pedias-me para ficar. Agora dás-me um beijo e desejas-me boa viagem. O que aconteceu aos nossos tempos? Aquele carinho todo, aqueles sorrisos constantes quando me aconchegavas a ti? Agora viras-te para o teu lado da cama e esqueces-te que durmo contigo. Lembro-me das horas que ficávamos a conversar, em que tanto ouvíamos como falávamos. Mas já nem és capaz de me escutar como nessa altura. Não sentes saudades. Não sentes a minha falta. Já não tens mais medo que me vá embora e te deixe... Ás vezes não pareces tu, pareces outra pessoa. Alguém que não conheço, uma faceta tua que desconhecia por completo. Não podes permanecer para sempre naquela pela qual me apaixonei, por favor...? sondagem.
Isto foi uma ideia que me ocorreu ontem à noite e que, por sua vez, acabei de meter em prática e agradecia imenso a vossa contribuição: gostava de ter um pouco a noção do que as pessoas que me lêem mais gostam no blog, de maneira que está um little inquérito (é só uma pergunta) na barra lateral direita para vocês responderem. Muito obrigada!
a autora,
Mafalda M.
terça-feira, 13 de julho de 2010
ruptura.
Eu não queria que as coisas se estivessem a desenrolar desta maneira. Eu não me queria ter afastado tanto do "meu" mundo. Não quero dar esta imagem de quem já não liga, de quem já não se importa se vocês estão bem. Eu em tempos condenava as pessoas como eu, aquelas que fazem o que eu agora faço. A distância é um pau de dois bicos. Ela pode ser inconsciente ou propositada. E eu ao início desculpei-me muito com a impossibilidade de tempo. Mas sei que no fundo, agora sei e vejo-o, o tempo que tenho e digo não ter. Não sei ao certo o porquê. As vezes sinto que é o melhor para mim. Porque cresci muito mais sozinha do que com alguém. Mas por outro, quando as coisas correrem mal, para que lado me viro? Um lado que ao longo do tempo vou apagando. Com as minhas próprias mãos. Com os dedos que garanti sempre entrelaçados aos vossos. Ao início ficava triste por não me conseguir organizar, agora fico por ser organizada e mesmo assim parecer que não quero preencher as minhas planícies brancas. É como andar sobre pregos, dizer que dói, e mesmo assim preferir fazê-lo a sair e caminhar sobre a calçada. É ridículo. E magoa ter noção disso. Ter noção que conquistei algo e agora não lhe ligar mais. Não é que tenha sido uma luta. Sabem o quanto natural sou, o quanto prefiro e gosto de escutar. E há essa confiança, mas eu nem a mando embora nem lhe digo para ficar. Evito-a. Faço mil planos para não me encarar com ela, com vocês. Um porquê exacto não sei. Uma razão concreta não sei. Sei somente, com todas as certezas do mundo, que não sou insubstituível. É estranho, porque eu nunca tinha pensado no assunto. Deixei que a vida mo demonstrasse. E foi o que aconteceu. Ou neste caso, o que provoquei.
Subscrever:
Mensagens (Atom)

