terça-feira, 2 de novembro de 2010
de autoria desconhecida.
We love them because we are destined to find somebody else.
It is a simple fact that is sometimes hard to accpet because we are too stubborn
to let go of something that doesn't belong to us anymore.
sexta-feira, 29 de outubro de 2010
away away
Ainda que fim-de-semana prolongado seja sempre magnifique, este esperasse com algum trabalhinho. Tenho de iniciar o trabalho sobre a imagem institucional da Benetton, dar uma passagem no do Acidente do Golfo do México (tema que não lembra nem ao menino Jesus) e uma revisão na matéria para o teste de Publicidade. Mais tarde irei pedir sugestões para um filme que tenho de produzir, está bom? Eu depois explico melhor.Bom Halloween!
quinta-feira, 28 de outubro de 2010
killing me.
Eu queria ser forte. Queria ter força interior suficiente para agir, e provocar admiração por mim nos outros. Que o meu namorado dissesse ás pessoas que o rodeiam, de coração a transbordar de contentamento, o quanto sou lutadora e não me deixo ir abaixo com facilidade. Mas eu não sou sempre assim, e acabo por me desiludir. Gostava de não dar tanta importância ás situações e não ter este horrível defeito que é ver sempre os dois lados da moeda. Ser prática, vendo somente o meu lado da questão e não me preocupar tanto com os outros envolvidos, com as diferentes perspectivas, não permitindo assim que sejam esses afectarem-me mais. Mais do que aquilo que dói no meu peito fraco. No fundo, talvez queira também dar-me com pessoas melhores. Não digo pessoas como eu. Mas das que não procuram conflitos, que se deixam estar e se dedicam ao que é realmente importante.Entrei nesta nova etapa da minha vida (à um ano atrás) muito anti-amigos e muito mais trabalho. Mas as relações e os laços - por menos alimentados que sejam - são definitivamente inevitáveis. Até que, verdade seja dita, é muito difícil viver sem eles - quanto mais, no sitio onde passamos maior numero de horas dos nossos dias. Mas é preciso ser realista e saber escolher. Mas há também que entender aqui, que se estiverem numa ilha consideravelmente limitada, com um certo número mínimo de pessoas, dificilmente conseguiram não ter qualquer contacto com uma/duas delas. - passo o exemplo. Talvez eu não saiba bem o que procuro, e a verdade seja essa. Percebi que os laços dificultam o trabalho, mas a falta de laços prejudica o ambiente. Entre outras divergências, a nossa motivação escorre, porque não tem sequer uma troca de interesses ou de execuções com outrem. Há uma sensação de abandono, que por mais que seja o amor à arte, sozinhos não evoluímos. Talvez haja quem consiga trabalhar bem assim, mas eu não. Tal como não o consigo se der muito valor ás relações estabelecidas nos locais onde estudo, porque me distraem. Preciso então de um meio-termo. E o problema é esse, nem eu sou suficientemente forte para ignorar nem o dito meio-termo é possível no local onde me encontro.
terça-feira, 26 de outubro de 2010
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