Sexta-feira foi dia de compras. E, embora o pouco que comprei, estou muito contente com as minhas novas peças. Pena foi a minha querida avó se ter adiantado e ter esticado o braço à senhora da caixa mais rápido do que eu, de modo, a que tudo passou a ser prendas de natal. Ou seja, lindas peças embrulhadinhas que só vou ver daqui a um mês. O que eu sofro... E sofro literalmente. Esta altura do ano já está a ficar caótica, quanto mais quando chegar mesmo ás vésperas de Natal. Estavam as lojas a transbordar, as filas enormes, e tudo a sair atafulhado em sacos. Saí do shopping com dores de cabeça, enjoos e afins. Mas o que importa é que até valeu a pena, e senão fosse o meu estado "tirem-me daqui", muitas mais coisinhas me tinham vindo parar ás mãos. E as malditas botas de que necessito urgentemente! não há meio de encontrar nenhumas. (Sugestões?) Porque no final do mês, é a atacar de novo. Adoro compras de natal, god, vocês não?domingo, 21 de novembro de 2010
shop shop
Sexta-feira foi dia de compras. E, embora o pouco que comprei, estou muito contente com as minhas novas peças. Pena foi a minha querida avó se ter adiantado e ter esticado o braço à senhora da caixa mais rápido do que eu, de modo, a que tudo passou a ser prendas de natal. Ou seja, lindas peças embrulhadinhas que só vou ver daqui a um mês. O que eu sofro... E sofro literalmente. Esta altura do ano já está a ficar caótica, quanto mais quando chegar mesmo ás vésperas de Natal. Estavam as lojas a transbordar, as filas enormes, e tudo a sair atafulhado em sacos. Saí do shopping com dores de cabeça, enjoos e afins. Mas o que importa é que até valeu a pena, e senão fosse o meu estado "tirem-me daqui", muitas mais coisinhas me tinham vindo parar ás mãos. E as malditas botas de que necessito urgentemente! não há meio de encontrar nenhumas. (Sugestões?) Porque no final do mês, é a atacar de novo. Adoro compras de natal, god, vocês não?sábado, 20 de novembro de 2010
da autoria de Rihanna Fendy.
«Take a breath, take it deep. Calm yourself - he says to me. If you play, you play for keeps. Take the gun, and count to three. I'm sweating now, moving slow... No time to think, my turn to go! And you can see my heart beating, you can see it through my chest and I'm terrified but I'm not leaving. I know that I must pass this test... So just pull the trigger. Say a prayer to yourself. He says close your eyes (sometimes it helps) and then I get a scary thought, that he's here means he's never lost. As my life flashes before my eyes I'm wondering will I ever see another sunrise? So many won't get the chance to say goodbye, but it's too late too think of the value of my life.»quinta-feira, 18 de novembro de 2010
how to save a life?

Há histórias e histórias...
Há histórias com começos lindos e finais tristes. Há histórias de inícios atribulados e finais repousantes. Há histórias infelizes, e historias muito felizes. No começo, no meio ou no fim. Mas há. E a nossa, em que categoria a colocaríamos? Por mim, em nenhuma. Porque o que tivemos não foi uma destas histórias, mas sim uma vida inteira que nos escorreu pelos dedos.
Eu vi-te nascer. Vi a tua primeira gargalhada. Vi os teus primeiros passos de confiança. Sonhei contigo os mesmos sonhos e ambições. Fizemos juras de sangue e saliva. Construímos amor incondicional, de coração puro para coração puro. Amadurece-mos. Brincamos. E choramos muito também. Aprendemos, de uma forma que não se aprende sem ser a sofrer. Caminhamos juntos cada estrada e contamos todas as pedras - e apanhamo-las também, para que nunca tropeçássemos. Conquistamos um castelo de cartas, com dragões e segredos, princesas e reis. Fugimos ao habitual, lutamos pela existência e continuidade. Eu vi-te nascer. E tu fizeste-me sair da concha. Estiquei-te a mão em busca de amparo como nunca antes o tinha feito. E embora o saco com todas aquelas pedras se ter rompido, e a queda ter sido perpétua, ainda hoje não a ergui como fiz contigo um dia. Agora resta saber, se valeu realmente a pena esta lealdade a ti, agora que decidiste partir definitivamente...
Há histórias com começos lindos e finais tristes. Há histórias de inícios atribulados e finais repousantes. Há histórias infelizes, e historias muito felizes. No começo, no meio ou no fim. Mas há. E a nossa, em que categoria a colocaríamos? Por mim, em nenhuma. Porque o que tivemos não foi uma destas histórias, mas sim uma vida inteira que nos escorreu pelos dedos.
Eu vi-te nascer. Vi a tua primeira gargalhada. Vi os teus primeiros passos de confiança. Sonhei contigo os mesmos sonhos e ambições. Fizemos juras de sangue e saliva. Construímos amor incondicional, de coração puro para coração puro. Amadurece-mos. Brincamos. E choramos muito também. Aprendemos, de uma forma que não se aprende sem ser a sofrer. Caminhamos juntos cada estrada e contamos todas as pedras - e apanhamo-las também, para que nunca tropeçássemos. Conquistamos um castelo de cartas, com dragões e segredos, princesas e reis. Fugimos ao habitual, lutamos pela existência e continuidade. Eu vi-te nascer. E tu fizeste-me sair da concha. Estiquei-te a mão em busca de amparo como nunca antes o tinha feito. E embora o saco com todas aquelas pedras se ter rompido, e a queda ter sido perpétua, ainda hoje não a ergui como fiz contigo um dia. Agora resta saber, se valeu realmente a pena esta lealdade a ti, agora que decidiste partir definitivamente...
quarta-feira, 17 de novembro de 2010
Fashion Awards Portugal
E pela primeira vez em Portugal, num evento organizado pela Fashion TV Portugal e pela Câmara Municipal de Lisboa, serão reconhecidos em áreas ligadas à moda os profissionais que se destacaram durante este ano de 2010. O evento terá lugar no Teatro Tivoli, já dia 23 de Novembro! Deixo-vos com a lista dos candidatos aos prémios.domingo, 14 de novembro de 2010
rain.
Eu julguei sinceramente que estaria preparada para a chegada desta fase, mas afinal estava enganada. Não estou. Demorou muito tempo a iniciar-se, sabes, e a minha preparação psicológica fugiu. Encolheu-se tanto até desaparecer. Como um grão de areia desaparece no mar. O coração era maior que esta predisposição minha para que ambos avançássemos, e ela não foi capaz de se impor. Eu sei que estás bem. Para ti, tu próprio estás bem. Sei que mudaste. E sei que porventura estás igual a antes - só não sei em que altura entranhar este "antes". Mas não te preocupes. Não estou magoada, não estou feliz. Simplesmente não estava a espera. Mas não deixa de ser uma golfada de ar à enorme culpa que sinto, o facto de que quem sabe afinal, quem abandonou o barco primeiro, foste tu.sábado, 13 de novembro de 2010
ao espelho, a história.
Hoje sinto-me como Marie Antoinette no dia em que forçosamente abandonou Versalhes, no decorrer da pura revolução francesa. Olho-me ao espelho e vejo o rosto dela, chorando, a despedir-se do palácio que a acolheu e bem tratou. Onde se casou com um príncipe que desconhecia e amou o seu amante e único amor. Onde teve três lindas crianças, entre as quais a única menina, Maria Teresa - a única sobrevivente da maior revolta do povo em toda a História. Encontro-me nos seus lábios bem delineados, frágeis e trémulos quando se encontrou presa pelos aldeões e afastada do seu marido que mais tarde veio a saber decapitado. Visualizo o pavor de estar nas mãos de revoltos, de loucos geridos pela extrema pobreza e injustiças várias. E pensar ela que quando estes lhe pediram auxilio devido à falta de alimento, ela lhes foi arrogante e disse «se não têm pão, comam bolos!». Descubro-me no seu arrependimento preso nas maças do rosto e na testa muito tensa que dói. Encontro o desamparo e o frenesim interior de ver o seu último filho homem morrer, já que o outro também lhe havia morrido mas nos seus maternais braços ainda em Versalhes. Recordo nos olhos húmidos os gastos dispendiosos e desnecessários que tanto ela e a corte desvalorizaram: as aulas de piano, o típico vicio do jogo, até o palacete que o marido, rei de França, lhe oferecera pela vinda do primeiro filho ao mundo. Todos os sapatos e vestidos, jóias e doces - até o chá que lhe enviara o Imperador da China se arrependera de ter bebido ao invés de tê-lo dado ao seu povo. Ignorara-os, tanto ela como o marido, porque a ingenuidade também era muita para alguém tão novo mas com tanto poder. Chegara a França com apenas 14 anos, lembrava(-me), e aos 18 tornou-se a mais nova Rainha de França. Mas agora também eles lhe ignoravam as lamúrias e promessas desesperadas sem fundamento. Eles só queriam vingança. A vingança de uma rainha, que em todo um grandioso mandado, apenas foi rainha dela própria.
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