segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

creativity creativity

Curiosamente ou não, em apresentações e feitura de trabalhos os meus formadores sempre me disseram que não sou lá muito criativa/original. Que projecto bem a voz, defendo muito bem aquilo que digo, tenho presença, etc, mas no que toca a ser criativa, falho aí. Por isso, hoje decidi empenhar-me a sério no meu novo projecto que consiste na criação de um serviço original (ou seja, inexistente no mercado) e criei uma empresa chamada WomanLine. É uma empresa de telecomunicações, como existe a Vodafone, Optimus, etc, mas com a particularidade de ser só para mulheres nascidas e nacionalizadas em Portugal. Claro que especifiquei tarifários, missão, objectivos e valores da empresa, os 7 P's do Marketing de Serviços, logótipo, etc. Que acham? É desta que me dizem que até tenho ideias giras? Dava mesmo jeito...
Ah, é verdade: pessoas interessadas e queridas que me ajudaram naquele projecto sobre o anúncio televisivo para a Associação Salvador sobre os deficientes motores, tivemos o melhor trabalho da turma! Ainda não sei a nota, mas estou à espera de um 18 p'raí.

sábado, 11 de dezembro de 2010

a minha comfort zone, és tu.

Rocei as minhas unhas no teu casaco de lã. Sintético. Não precisava de ver a etiqueta, eu tenho um sensor para estas coisas. Mas tinha o teu odor, e só esse simples facto me fazia esquecer esta minha louca mania pela qualidade dos tecidos. Encostei o rosto ao teu braço, e inspirei com brusquidão. Oh deus, queria lá saber, se o teu cheirinho era tudo aquilo que precisava naquele momento. De uma essência tua, de algo particularmente teu. Apenas porque me acalma, porque me sossega o peito nestas alturas de mais ansiedade e nervosismo. Melhor que isto, só a tua pele. Longe de filamentos de costura, do cheiro do amaciador da roupa. Sem ela eras só e simplesmente tu. E eu não poderia agradecer mais, nem aquele maldito casaco de lã sintética - se tivesse vida - por ser teu, tal como eu sou mais do que tua.

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

gifts gifts

F-i-n-a-l-m-e-n-t-e comprei as duas prendas principais que faltavam (para mim). Encontrei umas malditas botas todas giras na Foreva mesmo como eu queria - ou o mais próximo do que idealizei - e um casacão completamente to die na Zara (mas mesmo assim não era bem bem o que eu sonhei). Tudo a acrescentar ao meu relógio novinho que comprei no El Corte Inglês ainda o fim-de-semana passado.
Mas hoje quero falar-vos do meu Natal, e esclarecer dúvidas que porventura possam ter já que até agora só falei em comprar as minhas próprias prendas de Natal. Ora isto, na minha família, funciona assim: eu, a minha irmã, a minha mãe, o meu pai, a minha madrinha e as minhas duas primas (ás vezes), compramos prendas para nós mesmos e, no dia de Natal, é feita uma reunião de recibos onde se paga os gastos uns dos outros nas prendas de natal. Confuso? Por exemplo: as minhas botas foram 45 euros. Eu ou a minha mãe pagamos na altura, mas depois mais tarde a minha avó irá dar-nos o valor das botas e fica a prenda dela para mim. Eu sei que soa um pouco mal, a materialismo e a sociedade de consumo, e que rompe com o espírito natalício, blá blá, mas no fundo isto só tem vantagens: só recebo o que gosto e só ofereço aos outros coisas que eles precisam de certeza - logo, a satisfação é total. Não temos é aquele factor surpresa (os familiares que apontei, os outros têm porque não sabem as suas prendas) característico do Natal. Aquele suspense de abrir os presentes, porque fomos nós mesmos que os embrulhamos ou os vimos serem embrulhados pelos empregados das lojas. Mas pronto... Ainda não houve ninguém a quem contasse isto que não ficasse completamente chocado e me dissesse o famoso «assim não tem graça», mas tem, porque a minha família é super "festiva", e o espírito natalício transborda. Até porque, meus amigos, o Natal não é só prendas!

sábado, 4 de dezembro de 2010

o que falta?

Temos saudades dos bons dias. Das gargalhadas, das brincadeiras, do amor, da tranquilidade. Faz-nos falta os elogios, as semanas seguidas sem desaforos, os choros de felicidade, as mãos dadas e os beijos consecutivamente trocados. Das noites juntos somente a conversar, da confiança, do requintado e repetido prazer, da suave ausência de ciúme - de dar e não doer o facto de porventura não receber. Transtorna-nos a ausência de sol e tempo. Torna tudo muito mais cansativo, corroído e apressado. Minimiza o valor da presença, ridiculiza o afecto e rebaixa a compaixão. Porque há saudades de certas palavras, da compreensão, do amparo e preocupação. Das dormidas aconchegados, dos olhos brilhantes e carinho ingénuo...

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Vitoria's Secret Supermodels by Katy Perry ♥


(já agora, alguém me sabe dizer se a Miranda Kerr já não faz parte das meninas da Vitoria's Secret, ou está só ausentada por causa da gravidez?)

terça-feira, 30 de novembro de 2010

20:41

És o meu pedaço de céu, o meu oxigénio, o meu sangue, a minha saliva. És a minha paz, o meu sossego, o meu maior prazer e o meu único alimento. Mas mais do que isso és a segunda metade do meu corpo e o meu coração inteiro. És o meu consolo e felicidade, és o meu ultimo capitulo sem um fim possível.