Ontem foi, então, aquela dita "reunião" com os psicólogos... Nunca fui tão enganada na minha vida! Primeiro aquilo era um conjunto de actividades sobre cada curso. Cada curso tinha a sua bancada com trabalhos e informações sobre o mesmo. E eu, e as minhas colegas onde estávamos? Na entrada, a fazer de Relações Publicas. Estavam duas colegas à porta a receber as pessoas e tínhamos duas secretárias distintas cada uma com duas colegas: uma com a lista de psicólogos convidados onde confirmava-mos nomes, pedíamos e-mails e passávamos certificados de presença, e outra como espécie de merchandising em que oferecíamos uma mala com um pack de informação sobre a nossa escola. Tínhamos também connosco quatro alunos do último ano do curso que faziam uma visita guiada aos convidados pela escola e que depois os levava ao auditório. Aquilo supostamente começava ás três, mas eram 14.35 já estava tudo a chegar e ao mesmo tempo. Eram quatro e tal da tarde, ainda lá estávamos nós, em pé, desgraçadas, a olhar umas para as outras. Eram cerca de 30 psicólogos e não compareceram 12 - mas nós tínhamos que esperar. Estávamos a perder as actividades que supostamente deveríamos fazer parte, como estarmos na nossa banca e falar com os ditos psicólogos e tirar-lhes dúvidas sobre os cursos. Então eu desci para ir ver, e para minha surpresa: praticamente toda a nossa banca (de Marketing e Publicidade) tinha trabalhos meus: o meu mind mapping, uma produção fotográfica que fiz sobre viagens e natureza, etc etc. A minha coordenadora pediu-me que ali ficasse e estava-me sempre a impingir pessoas para lhes explicar os objectivos do curso. Foi intimidador, mas até acho que me safei. Cheguei a casa ás cinco e meia, e caí para o lado, literalmente, porque ainda não me tinha sentado desde as duas.quarta-feira, 23 de março de 2011
PR PR
Ontem foi, então, aquela dita "reunião" com os psicólogos... Nunca fui tão enganada na minha vida! Primeiro aquilo era um conjunto de actividades sobre cada curso. Cada curso tinha a sua bancada com trabalhos e informações sobre o mesmo. E eu, e as minhas colegas onde estávamos? Na entrada, a fazer de Relações Publicas. Estavam duas colegas à porta a receber as pessoas e tínhamos duas secretárias distintas cada uma com duas colegas: uma com a lista de psicólogos convidados onde confirmava-mos nomes, pedíamos e-mails e passávamos certificados de presença, e outra como espécie de merchandising em que oferecíamos uma mala com um pack de informação sobre a nossa escola. Tínhamos também connosco quatro alunos do último ano do curso que faziam uma visita guiada aos convidados pela escola e que depois os levava ao auditório. Aquilo supostamente começava ás três, mas eram 14.35 já estava tudo a chegar e ao mesmo tempo. Eram quatro e tal da tarde, ainda lá estávamos nós, em pé, desgraçadas, a olhar umas para as outras. Eram cerca de 30 psicólogos e não compareceram 12 - mas nós tínhamos que esperar. Estávamos a perder as actividades que supostamente deveríamos fazer parte, como estarmos na nossa banca e falar com os ditos psicólogos e tirar-lhes dúvidas sobre os cursos. Então eu desci para ir ver, e para minha surpresa: praticamente toda a nossa banca (de Marketing e Publicidade) tinha trabalhos meus: o meu mind mapping, uma produção fotográfica que fiz sobre viagens e natureza, etc etc. A minha coordenadora pediu-me que ali ficasse e estava-me sempre a impingir pessoas para lhes explicar os objectivos do curso. Foi intimidador, mas até acho que me safei. Cheguei a casa ás cinco e meia, e caí para o lado, literalmente, porque ainda não me tinha sentado desde as duas.segunda-feira, 21 de março de 2011
da monotonia.
A espera é algo que me cansa. Umas vezes mais, outras menos. Mas agora sinto que tudo anda a passar muito devagar - e por isso a minha vida não corre. Eu sou das que gosta de saborear, de acreditar que cada momento nos trás algo de bom e de mau e à que entendê-lo para que tudo faça um certo sentido. Mas a verdade é que neste actual tempo/espaço não há nada que degustar. Mantêm-se um interminável tempo ameno, e ainda que os extremos não sejam propriamente saudáveis, eu prefiro chorar e sorrir muito, a simplesmente manter o rosto sem uma expressão real. domingo, 20 de março de 2011
fazemos a cama onde nos deitamos.
A verdade é que desististe depressa. E talvez eu, lá no fundo, o soubesse. Neste momento pedes-me o impossível: que acredite na tua inocência, face a milhares de dizeres contrários. Talvez no fundo não esteja desiludida mas sim com medo, porque estás a mudar à velocidade da luz e cada vez mais te tornas num ponto luminoso, fraco e longínquo da minha visão. Ainda assim não soubeste aguardar. Não soubeste esperar que toda esta informação fosse digerida e eu conseguisse falar contigo pelo menos mais uma vez. E quanto a isso não posso fazer nada. Talvez seja injusto para ti agora, mas já o foi tantas e tantas vezes para mim, que não vou correr atrás de ti outra vez. Ainda dói, e se não queres, não sou eu quem vai querer por ti.Marketing Marketing
Estou um pouco nervosa quanto à chegada desta terça-feira. Eu e mais quatro colegas fomos convocadas pela minha coordenadora de curso para uma reunião com um grupo de psicólogos do Ministério da Educação habituados a lidar com o ensino regular, e nós teremos a função de lhes falar um pouco sobre o nosso tipo de ensino. Penso que o objectivo é demonstrar trabalhos nossos e acima de tudo, expor o quão mais trabalhoso é o que fazemos e estudamos ao contrário do que se pensa. Eu fui especialmente chamada por ser quem actualmente tem melhores notas do meu ano e particularmente por um trabalho de mind mapping que fiz à pouco tempo em que tive 20 valores. Vamos lá ver como é que corre!
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