(...) E depois descubro que falas comigo como falas com qualquer outra mulher, ou até mesmo pessoa. Coisa que, independentemente do sofrimento, do tempo, da desilusão, da historia, da vida, das circunstancias, eu nunca consegui. Nem o quero, sabes. Porque tu hás-de ser sempre tu. Mesmo que a vida nos separe definitivamente, tu és... tudo. Foste em tempos um diamante em bruto que eu perdi, e quem te encontrou agora, já não vê isso. Nem mesmo eu. Mas mesmo assim, se há alguém de quem eu fale sempre a chorar é de ti. Pelas memorias, boas e más, e por o que és agora. E digo-o sem quaisquer criticas morais, porque és o que queres, e eu não sou ninguém para te apontar o dedo. Sou apenas a que vive das ilusões daquilo que foste, de tudo o que te fiz, e do que tu me fizeste também.quarta-feira, 22 de junho de 2011
precious.
(...) E depois descubro que falas comigo como falas com qualquer outra mulher, ou até mesmo pessoa. Coisa que, independentemente do sofrimento, do tempo, da desilusão, da historia, da vida, das circunstancias, eu nunca consegui. Nem o quero, sabes. Porque tu hás-de ser sempre tu. Mesmo que a vida nos separe definitivamente, tu és... tudo. Foste em tempos um diamante em bruto que eu perdi, e quem te encontrou agora, já não vê isso. Nem mesmo eu. Mas mesmo assim, se há alguém de quem eu fale sempre a chorar é de ti. Pelas memorias, boas e más, e por o que és agora. E digo-o sem quaisquer criticas morais, porque és o que queres, e eu não sou ninguém para te apontar o dedo. Sou apenas a que vive das ilusões daquilo que foste, de tudo o que te fiz, e do que tu me fizeste também.a tua doce queda.
Eu tinha escrito o crime perfeito. Tinha-o planeado até ser tão óbvio e infalível que às vezes sonhava que já o tinha cometido. Era a tua morte. A tua doce e saborosa morte. A tua queda do trono - trono do qual achaste que nunca abandonarias. Aquele que me esfregaste e cuspiste na cara com toda essa superioridade e insensibilidade que tu tens para com o mundo podre que governas. Então eu procurei ser também assim tão insensível como tu, ou de outra perspectiva, ser tão sensível a ponto de ter coragem de te derrotar em nome de todos os que destroçaste. E por isso não serei a vilã, mas sim a heroína. Não a droga, não a loucura, não o transe icónico em que se entra, mas sim a que vence em nome do mundo. E eu irei gritar e lutar, gemer por todas as maleitas que provocaste no meu coração como se fosse o meu último fio de vida.segunda-feira, 20 de junho de 2011
domingo, 19 de junho de 2011
caindo.
Eu não sou propriamente a melhor pessoa em palavras, então para ti, parece que elas evaporam subitamente sempre que abro a boca. Porque se houve pessoa que me desiludiu... foste tu. Tu que em tempos foste o meu mundo, o meu suporte, e agora dói só dos meus olhos tocarem nos teus. Não te entendo. Não entendo como consegue uma pessoa mudar tanto, e por alguém que não fazia parte das nossas vidas. Deixaste duas plantas a meio do crescimento e outra ainda quando estava a brotar. Secaram aos poucos, porque tu mal lhes ligavas, mal as alimentavas. Plantas que tu própria trouxeste o mundo. Pergunto-me porque é que plantaste estas três sementes, se não ias cuidar delas o tempo necessário? Precisávamos de ti para sempre. Mas como eras antes, antes de tudo, e não como és agora.sábado, 18 de junho de 2011
da autoria de Maria de Fátima Bravo.
"Vocês sabem lá a saudade de alguém que está perto. É mais, é pior do que a sede que dá no deserto. É chama que a vida ateia sem dó na alma da gente ao sentir que vive só. Vocês sabem lá que tormento é viver sem esperança. E ter coração, coração que nem dorme, nem cansa. Não há maior dor, nem viver mais cruel que sentir o amargo do fel em vez de mel. Vocês sabem lá..."
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