As pessoas são, na minha opinião, as coisas mais fantásticas e surpreendentes ao cimo da terra. Pelo lado positivo e pelo lado negativo - como tudo na vida, aliás. É a conciliação que fazem entre o seu próprio cérebro, a personalidade, o coração e as noções da sociedade simplesmente impressionante e aquilo que mais me fascina. A psicologia humana mais do que o seu estético - ainda que, por consequência, esteja sempre envolvido. Ainda assim, precisamos de ter, entre nós, pessoas com as quais nos identifiquemos. Não é preciso serem copias nossas, as diferenças são sempre saudáveis e mais curiosas, porém pontos comuns fazem uma relação. E isso faz mesmo muita falta ao indivíduo. Um espelho nosso, mesmo que turvo, mas que no mínimo nos entende e à nossa maneira única de ser, e ainda, como toque de sobremesa, partilhe dos mesmos gostos e ambições que nós. Não se torna de todo cansativo mas até estimulante - pois partilhasse, falasse e criam-se pactos e laços realmente fortes e verdadeiros. E é disso mesmo que, do fundo do coração, mais sinto falta.quarta-feira, 29 de junho de 2011
relações.
As pessoas são, na minha opinião, as coisas mais fantásticas e surpreendentes ao cimo da terra. Pelo lado positivo e pelo lado negativo - como tudo na vida, aliás. É a conciliação que fazem entre o seu próprio cérebro, a personalidade, o coração e as noções da sociedade simplesmente impressionante e aquilo que mais me fascina. A psicologia humana mais do que o seu estético - ainda que, por consequência, esteja sempre envolvido. Ainda assim, precisamos de ter, entre nós, pessoas com as quais nos identifiquemos. Não é preciso serem copias nossas, as diferenças são sempre saudáveis e mais curiosas, porém pontos comuns fazem uma relação. E isso faz mesmo muita falta ao indivíduo. Um espelho nosso, mesmo que turvo, mas que no mínimo nos entende e à nossa maneira única de ser, e ainda, como toque de sobremesa, partilhe dos mesmos gostos e ambições que nós. Não se torna de todo cansativo mas até estimulante - pois partilhasse, falasse e criam-se pactos e laços realmente fortes e verdadeiros. E é disso mesmo que, do fundo do coração, mais sinto falta.is true.
É com os pontapés que nos dão que nos apercebemos melhor da importância das coisas. É ao vê-las a cru que sabemos exactamente de que matéria é que são feitas, se boas ou malignas, e aí tomasse decisões. Por isso enquanto os olhos não virem para além daquilo que nos demonstram, não tirem conclusões. Por detrás de duas palavras, estão mil. As realmente cruas, reais e verdadeiras às quais temos de, aí sim, dar importância.sexta-feira, 24 de junho de 2011
futuro?
quinta-feira, 23 de junho de 2011
à tua memória.
Eu irei sempre falar de amor, porque me lembra de ti. E ainda que já tenhas voado num manto de purpurinas e vento de Inverno, o meu coração ainda se embala de noite ao som das tuas memórias. Tenho um alçapão refundido debaixo da cama, e sempre que o abro ecoa a tua voz, o teu bocejar, o teu riso. A tua voz pinta-me as paredes em tons pasteis nos dias de maior tormento de saudades, e de cores vivas quando sonho contigo e acordo a sorrir. És a primavera no gelado Antárctico e na minha alma também. Do sol luminoso lá no alto e a terra molhada no chão que piso descalça. Eu correrei sempre por ti, amor meu, já que a vida me proibiu de correr para ti.pontos altos.
Quando tu escolhes alguém para amar e partilhar o resto da vida, não escolhes só a pessoa. Escolhes também a sua família, os seus problemas, as suas memórias, os seus defeitos e filosofias. Escolhes tudo isto, porque é o que constitui a pessoa que amas. São, precisamente cada uma dessas coisas, que fazem dela aquilo que tu aprecias. Podes não estar sempre de acordo, pode tirar-te horas e dias com o teu amor, pode magoar-te o coração, mas a escolha será sempre tua. E é aí que se vê a consistência do amor. Quando conseguimos ensinar o coração a aceitar, a ouvir e aguardar que o nosso lugar fixo surja na vida da outra pessoa, ao seu próprio ritmo, até nós passarmos a fazer parte precisamente dessa família, desses problemas, das memorias, dos defeitos e das filosofias - e a sorrir e a sofrer por elas como se fossem nossas.
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