sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

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Tinha mesmo que aqui falar da nova campanha da Pimkie "I like me" e nos flyers que estão espalhados por todas as lojas. São super chamativos, em várias cores e teem no verso o seguinte textinho que me chamou bastante atenção:
"Dear Me / I've changed. And I'm proud of it / I accept my faults: my big feet, my funny little ways / I move forward. I fly. I mess up. And I star again / I ispire others. My family, my mates, my boyfriend / My shoes are like my pals. They come in all styles and colours / My journeys are like my opinions. Enriched by meeting new people / I know what I want. I accept how I am. And I love myself / Hell yeah, I love mayself! And I share the love. With my friends, with your friends, with the world / I like that. I like Me / Pimkie. I like me."

MERRY XMAS!

A todos os queridos e queridas que me lêem
um ótimo Natal cheio de tudo aquilo que vos
aconchega e aquece a alma.

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

maldição.

Sabe deus o buraco que tenho dentro de mim. Sabe quem a dor que ainda me corroí cá dentro quando me lembro das coisas que não devia. De ti. És sempre tu, já viste? E será(s) para sempre? É como se me faltasse a pele com que nasci. E arde. Arde bem mais do que devia. Arde bem mais do que é suposto, do que eu quero. Será sempre daquela maldita maldição.

sábado, 17 de dezembro de 2011

74.

xmas xmas

Hoje foi o meu primeiro dia de férias. Estava a precisar disto mais do que nunca. De um intervalo - por mais pequeno que fosse - de toda aquela confusão em que me instalo diariamente. Passei a tarde no centro comercial e fiz a minha última compra de Natal. Sinto que o tempo está a passar demasiado depressa e que falta animo a todas as pessoas, mas ainda assim estou entusiasmada com o Natal. E vocês?

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

23:23


Contigo aprendi que o meu maior amor, aquele que existia muito antes de tu chegares, é incapaz quando serve para te amar a ti, ainda mais. É estranho então, esta minha incapacidade de canalizar as palavras para te descrever, para te celebrar, para te dar tudo aquilo a que tens mais do que legitimo direito. Derrubaste, sem eu o esperar, este meu amor pelas palavras. Mostraste-me o quão mais forte que elas és, a ponto de não haver palavras suficientes no mundo que te cheguem. Que consigam descrever o quão maravilhoso e especial és. Arrepiaste-me as veias, os poros, os cabelos quando me apercebi que nem o que eu sinto por ti é descritível. É além de tudo isso. É mais fundo e profundo, é inigualável, tanto para o bem como para o mal. Aumentaste esta minha sede pela perfeição sem o quereres, sem o saberes, mas olhar para ti é como olhar para o infinito. É olhar para um dicionário vazio mas com milhares e milhares de folhas. E nós somos isso mesmo, um só livro vazio. Numa fusão quase perfeita de sermos "o nada que é tudo".

sábado, 3 de dezembro de 2011

lose.

Difícil é fazer o percurso que não existe. Mais difícil é seguir um percurso que só existe na nossa cabeça. Uma coisa é vermos com os nossos olhos que ele não existe, outra é apenas nós o vermos mas temos a plena consciência de que lá no fundo, ele não existe mesmo, porque ninguém o vê. Então não pode ser real, certo? Não é alcançável para nós, por mais que o queiramos, que o desejemos, que o ansiemos. Ele existe como o vento. Está lá mas não se toca. Está lá mas não se cheira. E é assim que eu me sinto. Como o vento. Como o percurso que só existe na mente. Só eu é que me vejo, mais ninguém.