Tatuarei o teu nome em qualquer parte do meu corpo, só para garantir que, pelo menos duma forma, nunca sairás de mim. Que ao olhar para aquela representação tua nunca deixe de chorar ou de sentir esta vontade de te amar loucamente e até ao fim. Mesmo no dia em que completar 90 anos - saber que foste tu o meu real amor. Viverei este amor insólito em pleno, mesmo que nunca mais faças parte da minha vida nem eu da tua.
sábado, 24 de março de 2012
sábado, 25 de fevereiro de 2012
faltas-me.
Eu esperei por algo teu o tempo todo. Esperei até ao ultimo segundo, aguentei até ao ultimo instante a esperança de que tu te lembrarias de mim. Mas não aconteceu. Eu não precisava que mais ninguém se tivesse lembrado que dia era hoje, se tu te tivesses lembrado. Porque era a tua mensagem que eu mais ansiei o dia todo. A fome de saber o quão sou ainda na tua vida, se o simples facto de haver um dia no ano que comemora a minha existência, seria relevante para ti. Mas não foi.sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012
domingo, 19 de fevereiro de 2012
da liberdade ao...
A liberdade deve ser a maior dádiva de todas. Que a aproveite quem a tem. Que a viva, a sinta, usufrua dela como nunca. A vida é tão pequenina para deixarmos de fazer tanta coisa por causa de alguém. Claro que grande parte de uma relação é ceder, mas conjuguem as duas partes. Não sigam marés que não retornam. Temos que crescer e evoluir com a pessoa que amamos, juntos. Não separados, não um mais que outro. Formem um ritmo vosso, perfeito. Amadureçam e vivam experiencias, não se chateiem por o outro querer fazer o que lhe faz feliz mesmo que não seja do vosso maior agrado. Claro que há limites - mas apreciem o que lhe faz bem, porque no fim do dia, o que importa é o sabor doce de fazermos alguém especial feliz. E isso, consequentemente, quando lhe virmos o sorriso, fazer-nos-á também a nós felizes.Eu sempre acreditei nisto, e, ainda que maioria das vezes não seja isto que acontece na minha vida, eu nunca desisto. O nosso barco é do tamanho que nós queremos, só haverá água a mais lá dentro se assim o aceitarmos.
terça-feira, 14 de fevereiro de 2012
sábado, 11 de fevereiro de 2012
"o meu primeiro amor"
Há características dos primeiros amores que nunca se perdem. Não sei ao certo porquê, se o simples facto de ser o "primeiro" seja um patamar que aguente todo este peso de química e cumplicidade que o tempo não quebra. E é isto uma das grandes coisas que me apaixona no amor. É a sua imortalidade. É a capacidade do ser humano ter de se apaixonar de novo, fazer a sua vida e ser feliz, mas quando se reencontra com o seu amor mais antigo, há um quente entre seres que nunca arrefece. Eu acredito realmente nisto e na sua beleza. Há tão poucas coisas no mundo imortais, que devemos enriquecer a mais infinita delas. Não há grandeza de palavras que suporte o amor, o tema mais infindável e perfeito do mundo. Eu tento acompanha-lo, escrever sobre o melhor dele - seja isso tristezas ou a maior das felicidades. Porque por mais que magoe, por mais que doa e nos arranque as entranhas, há sempre algo de tão quente nele, tão maduro e educativo... Porque infeliz não é o que sofre por amor, mas sim aquele que nunca teve o privilégio de sofrer por ele.
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