segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

O que foi realmente nosso, nunca voa sem regresso.

(...) Ela sempre teve certezas de que a tal teoria de que só damos realmente valor ás pessoas quando as perdemos não se aplicava nela. Ela dava e daria sempre o valor correcto aos amigos, aos namorados, à família, aos conhecidos. Não era por perder alguém que lhe daria mais valor, ela amava as pessoas de tal forma constante, que lhes dar mais importância até soava a absurdo. (...) Mas então chegou o dia em que arriscou, por uma curiosidade morta, e foi preciso deitar tudo fora para entender quem era realmente o homem da sua vida...

5 comentários:

Unknown disse...

realmente nada voa sem regresso.
um grande beijinho*

N R disse...

Desculpa, a net caíu. Deixei-te mensagens pelo msn. Espero que estejas melhor. Tenta nao pensar tanto, sabes que é tão inexplicável que não podes planear. Amanhã falo contigo outra vez. Tenta ganhar força, pois precisas dela. Tu ès capaz de reagir em grandes situações, sempre foste, lembra-te disso. Beijo. *

Joana M. disse...

E ela entendeu?

Mara disse...

Já vi essa menina algures?
Será que era eu?

Anónimo disse...

Nesta vida é preciso fazer sacrifícios. Por vezes, sacrificar-se. É a lei da vida, temos que compreendê-la e procurar sofrer o menos possível. A cima de tudo, aprender com ela. Porque há muita coisa nela que está a cima de nós.

gostei :)
beijos