Bom Halloween!
sexta-feira, 29 de outubro de 2010
away away
quinta-feira, 28 de outubro de 2010
killing me.
Entrei nesta nova etapa da minha vida (à um ano atrás) muito anti-amigos e muito mais trabalho. Mas as relações e os laços - por menos alimentados que sejam - são definitivamente inevitáveis. Até que, verdade seja dita, é muito difícil viver sem eles - quanto mais, no sitio onde passamos maior numero de horas dos nossos dias. Mas é preciso ser realista e saber escolher. Mas há também que entender aqui, que se estiverem numa ilha consideravelmente limitada, com um certo número mínimo de pessoas, dificilmente conseguiram não ter qualquer contacto com uma/duas delas. - passo o exemplo. Talvez eu não saiba bem o que procuro, e a verdade seja essa. Percebi que os laços dificultam o trabalho, mas a falta de laços prejudica o ambiente. Entre outras divergências, a nossa motivação escorre, porque não tem sequer uma troca de interesses ou de execuções com outrem. Há uma sensação de abandono, que por mais que seja o amor à arte, sozinhos não evoluímos. Talvez haja quem consiga trabalhar bem assim, mas eu não. Tal como não o consigo se der muito valor ás relações estabelecidas nos locais onde estudo, porque me distraem. Preciso então de um meio-termo. E o problema é esse, nem eu sou suficientemente forte para ignorar nem o dito meio-termo é possível no local onde me encontro.
terça-feira, 26 de outubro de 2010
liberté
segunda-feira, 25 de outubro de 2010
tropeço.
sábado, 23 de outubro de 2010
17:00
Eu gosto de percorrer os meus dedos por entre o teu cabelo. Gosto quando o deixas crescer, porque adoro agarra-lo, cheira-lo e puxa-lo. Gosto da tua estrutura óssea. Gosto de explorar cada linha que te desenha o rosto. Gosto muito da textura da tua pele. Gosto dos teus olhos e de me perder neles. Gosto das certezas e das dúvidas que me oferecem, e adoro quando me presenteiam com lágrimas reais. Gosto das tuas orelhas. Gosto quando me escutam, adoro quando se encostam ao meu peito e o ouvem bater. Gosto das expressões que fazes, mesmo sem notares. Quando observas algo, quando estás contrariado, quando tentas em vão disfarçar o que sentes, até quando dormes ou estás feliz. Gosto, gosto do natural que tu és. Do especial, do particular, do trabalhoso que porventura possas ser. Há realmente muita coisa que gosto em ti. Na verdade, adoro. Adoro(-te) mesmo.
check-out
Meus desejos nefastos, tresloucados, desvairados e rigorosos. Meus sentimentos urbanos, pecadores e caprichosos. Minhas emoções excêntricas, desalinhadas, desvairadas e nada apaziguadoras. Minhas sensações mundanas, arrepiantes, vaidosas e com calafrios. Meus sonhos desavergonhados, descabelados e imaturos. Minha realidade de desejos, sentimentos, emoções, sensações e sonhos.
quarta-feira, 20 de outubro de 2010
sábado, 16 de outubro de 2010
pensamentos vastos.
before.
sexta-feira, 15 de outubro de 2010
challenge challenge
terça-feira, 12 de outubro de 2010
bird words
o dia em que te esqueceste de mim.
Tu não fazes a mínima ideia do quanto é difícil manter esta relação, a força que é necessária para fazer os dois papéis. Não imaginas o quanto tu és ausente do que supostamente seria um «nós». Não sabes o que é não conseguir comer ou dormir por angústia no coração. Tu deitas-te e dormes num sono profundo, completamente longe de sentir o que é peso na consciência. Tu simplesmente não te importas. Não me ouves, não olhas sequer para mim. Eu queria muito que isto funcionasse, queria que a tua mente não se mostrasse tão machista e altiva. Que te abrisses comigo. Que não pensasses mil vezes antes de falar, queria que fosse automático como é comigo para contigo. Eu conto-te tudo o que sinto, penso e faço. E tu afastas-te, não querendo dar o teu contributo por inteiro a esta relação. Tens noção do quanto dói? Já lá vão os tempos em que eu me sentia segura. Agora tenho sempre medo e tremo com muita facilidade. Não tenho sequer nada por onde me agarrar. Cartas tuas ou memórias de grandes momentos nossos. Tu simplesmente metes-te a ti próprio fora de cena. Também gostava bastante de não me sentir mais inspirada e criativa nestas alturas, mas sim quando estou feliz. Poderia sair tudo menos profundo, mas escreveria mais. Porque ainda são mais as vezes que sou feliz do teu lado do que infeliz. Quanto a ti, não sei. Acho que se fosses a escrever sempre que estivesses feliz, nunca pegarias sequer numa caneta. Porque tu nem sequer tentas... Ás vezes nem sei se sabes que existo.
Que ainda estou aqui e que preciso muito, muito de ti.
segunda-feira, 11 de outubro de 2010
O almirante I
Serei eu, alma assim tão rude, para merecer tal tratamento? Penso que não. Aliás, de certo que não. Pois se houve vivo ser mais caridoso à pátria do que eu nesta vida, que se levante do assento, que daqui não o consigo ver. Há em todo o meu envolto uma espessa brisa de desconfiança e antipatia. Como se fosse eu o causador de toda essa desgraça que vos ocorre de momento na vida. Pobre de mim, e que injustiça será, se for real este vosso pensamento. Não sou mais do que um curioso amigo, cheio de memórias, que não se anuncia e de estadia rápida. Só quero espalhar a minha história. Odeio estar a mais, ou pior, incomodar aqueles que de todo me são desconhecidos. Sou um penoso homem perdido no tempo. Porventura até acharam o meu dialecto um pouco antiquado, e por isso mesmo, peço perdão. Mas durante muitos anos fui almirante no mais belo farol, do mais belo cais. Relembro muito bem, todos os dias quando encosto a cabeça à almofada, esses gloriosos tempos em que eu descia as ruelas para o porto. Ainda mal o sol tinha aclareado, já eu vislumbrava todas aquelas janelas coloridas das casas dos pescadores. Sonhava também eu ter um pequeno pedaço de paraíso como aquele, que me acolhesse nos dias mais frios. Mas o que tinha de mais parecido com a antiga casa de Adão, era o meu querido farol e toda a sua imensa vista para todo o oceano. (...)
domingo, 10 de outubro de 2010
LisbonFashionWeek
october october
Esta tarde esperam-me dois desfiles da ModaLisboa, estou ansiosa. Depois conto como foi, au revoir!
sexta-feira, 8 de outubro de 2010
21:49
Eu gosto do ecoar da tua voz, do quanto é serena e pouco melódica. Mas mais do que isso, gosto da forma, da força, da paixão alucinante que nela carregas quando prenuncias o meu nome. Gosto de a prender no meu ouvido, como um eco interminável nas mais altas montanhas. É adorável e viciante. E soa tantas vezes quase como um elogio só pelo simples facto da tua voz grossa conseguir ser tão doce quando chamas por mim. Quando me abraças e soltas um leve miado. Um grunhido acanhado de conforto e satisfação. Quando me acalmas as batidas desreguladas do medo, o quanto a tua voz estática natural se altera para uma breve canção ritmada na perfeição. Como um sopro sem vento que acalma e trás a paz ao meu peito. Um dia, meu amor, guardarei a tua voz numa caixinha de música, para que só eu, e para sempre, a possa ouvir.
feeling feeling
Embora tenha passado as aulas da manhã quase a dormir devido à falta de horas de sono, ao mau tempo, à aula de condução ter corrido horrivelmente, e ao ter chegado pela segunda vez à tal loja e não haver os dois artigos que tanto queria; cheguei a casa com uma boa sensação. Ultimamente as pequenas coisa têm-me sabido melhor que as mais arrojadas. E hoje, foi sinceramente mais um desses dias.
segunda-feira, 4 de outubro de 2010
sábado, 2 de outubro de 2010
just the way you are.
Os olhos dela parecem estrelas e os seus cabelos ficam-lhe perfeitamente, mesmo sem ela se esforçar. Ela é tão bonita... E eu digo-o todos os dias. Eu sei que quando a elogio, ela nem sequer acredita. E é tão triste imaginar que ela não vê o que eu vejo. Quando eu olho para o rosto dela, sinceramente não há nada que eu mudasse. Porque tu és maravilhosa, exactamente como és. Quando sorris, o mundo inteiro pára só para te ver. Eu beijaria os lábios dela todos os dias se ela me deixasse. Ela odeia a sua própria gargalhada, mas eu acho-a tão sexy. Tu sabes que eu nunca pediria que mudasses. Se a perfeição é aquilo que procuras, então basta continuares igual. Portanto não te preocupes em perguntar se estás bem, porque tu sabes o que vou dizer. Porque tu és maravilhosa, tal e qual como és.
música de Bruno Mars, adaptação minha em texto.
sexta-feira, 1 de outubro de 2010
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