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quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

20:18

"Never met a man quite like you... Doing all you can, making my dreams come true. You're strong and you're smart, you've taken my heart and I'll give you the rest of me too. Never I have felt quite like this - good about myself from our very first kiss. I'm here when you call, you've got it all and confidence like I never knew. You've got the charm, you simply disarm me everytime. As long as you drive I'm along for the ride your way. You've said it before there won't be a door that's closed to us. I'm puttin' all my trust in you because you'll always be true. I never could've known this would be. You and you alone all for me. I know you're the best, you passed every test! It's almost too good to be true. You're the perfect man for me, I love you I do." - j.h.

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

por um momento.

Não esperes nada de mim. Às vezes sou triste e infeliz - às vezes nem sei quem sou. Eu já sofri demasiado por outro amor, não te estou a comparar, mas tenho traumas para esquecer... Porque sempre que penso que me libertei e que me posso entregar finalmente, vem a tona a desconfiança e toma conta de mim. Tu queres que eu esqueça e que viva um novo amor mas preciso de tempo para esquecer tudo o que se passou. Olha-me nos olhos e beija-me, mata este meu desejo só por um breve momento. Faço-te um pedido: sê tu mesma, antes que anoiteça, e faz com que eu me esqueça de tudo o que eu sofri.

música de Alexandre Pires, adaptação minha em texto.

sábado, 18 de junho de 2011

da autoria de Maria de Fátima Bravo.

"Vocês sabem lá a saudade de alguém que está perto. É mais, é pior do que a sede que dá no deserto. É chama que a vida ateia sem dó na alma da gente ao sentir que vive só. Vocês sabem lá que tormento é viver sem esperança. E ter coração, coração que nem dorme, nem cansa. Não há maior dor, nem viver mais cruel que sentir o amargo do fel em vez de mel. Vocês sabem lá..."

sexta-feira, 20 de maio de 2011

de autoria desconhecida.

"I gotta say what's in my mind... Something about us doesn't seem right these days, life keeps getting in the way. Whenever we try, somehow the plan is always rearranged. It's so hard to say... But I've gotta do what's best for me. You'll be ok. I've go to move on and be who I am. I just don't belong here, I hope you understand. We might find our place in this world someday but at least for now I gotta go my own way."

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Vitoria's Secret Supermodels by Katy Perry ♥


(já agora, alguém me sabe dizer se a Miranda Kerr já não faz parte das meninas da Vitoria's Secret, ou está só ausentada por causa da gravidez?)

sábado, 2 de outubro de 2010

just the way you are.

Os olhos dela parecem estrelas e os seus cabelos ficam-lhe perfeitamente, mesmo sem ela se esforçar. Ela é tão bonita... E eu digo-o todos os dias. Eu sei que quando a elogio, ela nem sequer acredita. E é tão triste imaginar que ela não vê o que eu vejo. Quando eu olho para o rosto dela, sinceramente não há nada que eu mudasse. Porque tu és maravilhosa, exactamente como és. Quando sorris, o mundo inteiro pára só para te ver. Eu beijaria os lábios dela todos os dias se ela me deixasse. Ela odeia a sua própria gargalhada, mas eu acho-a tão sexy. Tu sabes que eu nunca pediria que mudasses. Se a perfeição é aquilo que procuras, então basta continuares igual. Portanto não te preocupes em perguntar se estás bem, porque tu sabes o que vou dizer. Porque tu és maravilhosa, tal e qual como és.
música de Bruno Mars, adaptação minha em texto.

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

apenas diferente.

Eu digo sempre o que quero e penso, e amanhã não sei o que direi. Guardei aquilo que queria e deitei fora tanta coisa em que acreditei. Fiz escolhas certas ou talvez erradas, mas quis fazer de conta que nunca errei. Eu nunca fui de ficar calada, e quando caí sempre me levantei. Eu não sou melhor nem pior que tu, sou apenas diferente. E vou fazer de tudo para não ser igual a toda a gente. Não querer ver o mal, sem o olhar de frente? Vivi aventuras com finais perdidos, mostrei o que estava por detrás do véu, não deixei sentimentos escondidos e voei tão alto que toquei no céu. Não quero ser igual, infeliz, alguém que não sente, apenas diferente.
música de Filipa Azevedo, adaptação minha em texto.

sábado, 12 de junho de 2010

before the worst.

Sei que já faz algum tempo desde a ultima vez que nós falamos. Por volta de uma semana - parece pouco, mas minutos sem ti são eternidades - que tudo mudou e nós soubemos que nada voltaria a ser o mesmo. O teu coração vazio, e o meu, cheio de dor. Então explica-me como é que chegamos a este ponto... Vamos voltar no tempo, na noite em que nos beijamos pela primeira vez. Era uma sexta à noite, em Dublin. Lembras-te? Estávamos sentado naquele bar, de costas para o mundo, dizíamos tudo aquilo que pensávamos mas nunca ouvimos. Houve uns tempos que não dormíamos a noite inteira, tal como melhores amigos, conversámos até amanhecer e aprendemos a confiar cegamente um no outro. Colocamos as alegrias ao lado das tristezas. Não perdíamos nada com isso, só ganhávamos. Espero que me estejas a ouvir, porque eu não te quero perder. Quero que sintas o êxtase de todas as nossas memorias juntos num só segundo. Sintas a nostalgia como eu estou a sentir agora. Foi na Grafton Street, começava a chover e eu quase me ajoelhei perante ti e te disse que eras a minha vida. Pensávamos que este relação nunca iria acabar, eu tinha o teu nome tatuado no meu coração. Quem poderia sequer imaginar que iríamos acabar assim? Onde foi parar tudo o que conversámos? Como é que é possível que a única hipótese que temos, seja a de seguirmos em frente, um sem o outro? Eu só queria voltar atrás no tempo, antes que atinja limites irreversíveis. Antes que chegue o pior, antes de as feridas sararem, antes que os nossos corações decidam que está na altura de voltar a amar, antes que seja demasiado tarde... Vamos lutar para que tudo volte a ser perfeito, por favor. Nós sonhávamos tão alto, lá em cima nas nuvens. O portão dos céus não é assim tão longe, nós conseguimos alcança-lo, era o que costumávamos fazer... É a (nossa) última chance.

sexta-feira, 11 de junho de 2010

há dias assim.

Há dias que nos deixam sós, com a alma vazia e a mágoa na voz. Gastámos as mãos de tanto as apertámos - e se não há palavras, foi sem dúvida de tanto as calarmos. Há uma canção que não te cantei, com versos por rimar e poemas que nunca inventei. Quem nos pôs assim, com a vida rasgada? Quem te levou de mim roubou-me a alma, mas de ti, não sabe nada. Porque há dias assim e não há como esconder. Receia-se as palavras, entre amar ou sofrer. Oculta-se os sentidos, fingindo que não existem. Há dias perdidos... Mas sei que um dia saberás que a vida é uma só e não volta atrás.
música de Filipa Azevedo, adaptação minha em texto.