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quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

questions questions

Ultimamente escrevo menos. Não sei se por estar feliz, e como sempre que ando em fazes felizes escrevo menos; se pelo contrário acho que estou feliz e não falo daquilo que me atormenta. Acho que é um pouco das duas. Porque sim, estou feliz, e sim, não exteriorizo os meus tremores. A verdade é que há muita coisa que me preocupa, que me dificulta a respiração, que me domina o sono. Mas não o digo porque, como muitas outras pessoas, as vezes acho que senão as disser elas perdem importância - como senão soubesse perfeitamente que ao invés disso, tudo se torna mais forte. As vezes o meu problema é começar, e a quem contar tudo o que me corrói. Guardo tanto para mim que as vezes já nem sei o que fazer com tanta informação. É a guerra interior do precisar de soltar tudo isto e o querer o bem dos outros acima de tudo. E por isso ensopo, guardo, recolho, interiorizo, para que doa mais a mim do que aos outros. É uma decisão estupida. Mas depois olho para aqueles que não o fazem, e fico contente por alguém neste mundo tentar fazer sempre o melhor possível. E aí, todo este sufoco, volta a valer mas do que a pena. Porque prefiro ser assim, do que ao contrário.

sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

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Tinha mesmo que aqui falar da nova campanha da Pimkie "I like me" e nos flyers que estão espalhados por todas as lojas. São super chamativos, em várias cores e teem no verso o seguinte textinho que me chamou bastante atenção:
"Dear Me / I've changed. And I'm proud of it / I accept my faults: my big feet, my funny little ways / I move forward. I fly. I mess up. And I star again / I ispire others. My family, my mates, my boyfriend / My shoes are like my pals. They come in all styles and colours / My journeys are like my opinions. Enriched by meeting new people / I know what I want. I accept how I am. And I love myself / Hell yeah, I love mayself! And I share the love. With my friends, with your friends, with the world / I like that. I like Me / Pimkie. I like me."

sábado, 17 de dezembro de 2011

xmas xmas

Hoje foi o meu primeiro dia de férias. Estava a precisar disto mais do que nunca. De um intervalo - por mais pequeno que fosse - de toda aquela confusão em que me instalo diariamente. Passei a tarde no centro comercial e fiz a minha última compra de Natal. Sinto que o tempo está a passar demasiado depressa e que falta animo a todas as pessoas, mas ainda assim estou entusiasmada com o Natal. E vocês?

domingo, 27 de novembro de 2011

me me.

Preciso seriamente de calma na minha vida, de me rodear de coisas boas e bonitas, de pessoas inteligentes e com conteúdo. Afastar-me de toda esta onda negativa e desnecessária em que me insiro. Preciso de ser, quem sabe, mais eu. E não esta pele que visto todos os dias para ir estudar, para conseguir lidar com as pessoas que - infelizmente - tenho de conviver todos os dias. Julgar eu que o local que mais defendi, acreditei e me surpreendeu é o que agora me arrepia só de pensar em estar nele. Julgar que esse mesmo local onde tanto cresci profissionalmente é o ultimo em que quero estar, e faço jogos de cabeça e contas à vida para me escapar dele. E tudo por causa das pessoas. Devido, ironicamente, ao meu maior e mais antigo amor - as pessoas. Os seres que mais me intrigam, apaixonam e impressionam. Há maldade por este nosso (lindo) mundo a fora. Mas não deve ser por isso que o iremos seguir. Temos antes de ser melhores, para ao encostarmos a cabeça à almofada sabermos de coração quente que não contribuímos para essa maldade mundial. Podemos ter uma vida menos emocionante, menos lutada, mas fazemos a nossa parte e isso devia-nos satisfazer mais que qualquer outra coisa. E é assim que eu vivo. Nos cinco dias de semana em que acordo às sete da manhã e visto esta minha pele mais opaca que a verdadeira. Lembro-me bem de antigamente, quando era mais nova, mais livre, mais alegre, julgar que era com os meus amigos, colegas e conhecidos que poderia ser eu mesma. Rir alto, saltar, dançar, correr, dizer o que a minha pele necessitasse de expelir. Mas depois, como os mais velhos sempre me disseram, há pessoas que quer queiramos quer não desaparecem da nossa vida. Vemos que temos de abdicar do céu para ter uma mão cheia de coisas concretizadas. Porque sonhar é perfeito, mas só nos trás algo se fizermos por isso. E eu decidi fazer. Perdi o céu, porque quis, porque sim, porque não consegui impedir que isso acontecesse - não importa. Perdi-o e por substituição falsa encontrei uma bolha inquebrável de mentalidades distorcidas, estranhas e irreais. E não é com essas pessoas que sou eu, é comigo mesma. Ganhei muita insegurança, porque quando começamos a guardar tudo para nós perdemos também um pouco das nossas forças. Começamos a achar que não vale a pena, que é desnecessário, que não é oportuno, que não merece a importância. Mas se calhar vale, não tudo, mas há muita coisa que merece ser dita e realçada. Porque a vida são os sonhos e as palavras. E sonhos tenho-os aos montes, tal como às palavras. Mas todos refundidos em mim, e não no céu que outrora foi só meu.
A verdade é que me preocupo muito. Com todos e com tudo. Até com aqueles que são maus para mim. Tento agir sempre da melhor maneira. Não por medo mas porque quero acima de tudo saber para comigo mesma que não fui igual àquela pessoa. Então sou educada, choro por dentro - de raiva ou de tristeza - mas de mim terão sempre o mesmo, o melhor de mim que conseguir e que achar que merecem. Por vezes até escrever me preocupa. Porque nem aqui sou livre, nem aqui tenho aquele céu que tanta falta me faz. Escrever sobre mim é instintivo, mas expô-lo
não é. Porque me preocupa o quão aborrecido possa ser ler-me. Porque as pessoas não gostam de grandes textos a não ser os verdadeiros literários. Porque me podem interpretar mal, porque me podem julgar. E sabendo no meu intimo que não sou, nem ninguém é perfeito, não deixa de ser aquele tipo de ideia que não consigo aceitar. Porque eu preciso muito, muito de o ser. Porque cada vez que estou lá perto me sinto realmente feliz - como não o sou muitas vezes. Não as vezes suficientes para me apagar estas ideias da cabeça. Maioria da minha vida senti que as pessoas não davam valor ao que eu sou. Não que eu seja uma grande pessoa, uma grande mulher, um grande humano. Mas há tanta gente que admiramos na vida, e há tanta gente que eu admiro... Ou mesmo que não se vá por esses caminhos, apenas que oiçam os meus ideias, que pensem neles... O mundo está cheio de ideias estipuladas, de frases feitas e de ideias pré-concebidas mas isso não deve ser motivo para fecharmos os olhos a elas. Devemos mesmo assim escutá-las e perceber quais as mais acertadas, as que mais expõem a nossa própria maneira de pensar. E por vezes é isso que eu procuro na minha escrita. Que alguém se encontre aqui. Que haja uma alma no mundo parecida a mim. Que veja o mundo como eu. Com um amor triste - é certo - mas com muita esperança. Que saiba realçar o que de melhor há por aqui e o pior de tudo. Que veja a beleza como o agradável que é e não como uma futilidade. Que veja a educação como um bem essencial para a sobrevivência da espécie e não como falsidade. Talvez eu queira muita coisa, talvez eu me preocupe demasiado, talvez eu não consiga nunca ser perfeita realmente, mas isto são os meus ideais que espero um dia transformá-los nas minhas conquistas - com todo o meu amor e coração. E hoje, ao contrário de tantas centenas de textos que já escrevi e não os demonstrei ao céu, abro-me e aqui está - embrulhado em mágoa e confiança.

sábado, 8 de outubro de 2011

domingo, 2 de outubro de 2011

days days.

Ao contrário de toda a minha vida, quando entrei neste local de ensino eu dei o triplo de mim. Eu quis ser a melhor aluna, ter testes bem acima do razoável, ter as melhores médias. Eu decidi crescer, deixei de brincar tanto porque percebi o quanto isso me distraía e prejudicava nos meus objectivos. Fiz, no fundo, finalmente jus à idade que tenho. Até à altura tinha as piores notas e os melhores colegas. Desde à dois anos que tenho as melhores notas e os piores colegas. E, ainda que as vezes isso seja difícil de suportar, fez-me ver que talvez nem toda a gente me visse para além de uma pessoa alegre. Aqui, onde estou, vêem em mim tudo aquilo que não sou. Acham-me fraca, falsa e secante. E quando brinco, acham que me esforço para tal, que não é algo natural. Eu, que nunca tinha ouvido tais adjectivos dirigirem-se a mim. Isto começou aos poucos, porque sou muito diferente deles: sou das mais velhas, a que tinha experiênciado mais vivências e a única que já tinha habilitações tal como um nível de ensino mais acima do deles. E eu tinha dado o salto, percebido de que as coisas agora eram a sério, e eles continuavam a brincar, como tinha eu feito antes de entrar para este novo mundo e conhecê-los. Se fosse à uns anos atrás, pensaria que "queria lá saber", há mais gente. Mas ali é diferente. É necessário que haja uma certa ligação, estamos muitas muitas horas juntos num espaço escolar que não é assim tão grande. Sentiu-se aquela breve rivalidade dos cursos, a trivialidade dos anos mais acima do nosso. A sensação de ascensão e de responsabilidade de que iremos trabalhar quando sairmos dali. Formaram contra mim a relação mais estranha de todas. Nem sequer é bem um amor-ódio, é um interesse com alguma simpatia ocasional. E enquanto por um lado isso me aborrece imenso, porque é um dia-a-dia numa situação cansativa, por outro lado vejo o quanto eles estão a perder e eu a ganhar. Porque eu vou vencer, e eles vão continuar a brincar e a criticar aqueles que fazem o que eles deveriam fazer.

domingo, 17 de julho de 2011

desabafo...

Sinceramente acho que dei um passo maior que a perna. Desde o dia em que me "expus" a mim e à minha escrita a uma plateia de mais de 200 pessoas que não consigo escrever. Acho que foi demasiado, foi uma estreia demasiado grande. Para mim que procuro proteger-me enquanto autora ao máximo, eu que não meto dados meus pessoais ou fotografias aqui, eu que não conto aos meus amigos que escrevo, eu que morro de medo de falhar e de plateias, fui ler 3 excertos de um conto de 4 páginas a uma escola inteira. Onde é que eu estava com a cabeça? E a minha imaginação, onde está? Foi esmigalhada pelas palmas daquele dia e morreu? Que chatice...

sábado, 9 de julho de 2011

awards awards

Ontem foi a 1ª Gala de Homenagem aos Alunos da minha escola. Fiz parte da organização - o que sempre me deu direito a camarim e a lugar VIP com o meu nome (o que é bom) mas também me fez estar lá desde as nove da manhã às oito e tal da noite. Eu fui ler dois excertos de um pequeno "conto" da minha autoria ao som de uma música ambiente e de dois dançarinos (por sinal muito bons e aos quais agradeço a paciência) a dançarem dança contemporânea. Verdade é que eu estava muito muito nervosa e a meio da leitura senti as mãos dormentes e os olhos a desfocarem, não via o papel, mas fui eu que escrevi todas aquelas palavras, então o meu cérebro quase como cavaleiro andante continuou a verbalizar o texto até eu me recompor. Ninguém notou e p'los vistos todos adoraram. Pensando eu que seria a minha única ida o palco, fui surpreendentemente chamada quando a minha coordenadora de curso anunciou o prémio de "Melhor Aluno de Técnico de Comunicação Marketing, Relações Públicas e Publicidade de 2º ano do ano de 2010/2011" surgiu do envelope "Mafalda Macedo". Eu demorei acreditar, a levantar-me, e a subir os degraus até ao palco. Abracei as minhas colegas que me entregaram a estatueta e o pequeno voucher de aulas no ginásio Solinca, a minha professora de Português e, claro, a minha coordenadora de curso. Aparentemente, sou a aluna com a média mais alta do meu ano. Nada mau!

terça-feira, 14 de junho de 2011

important important

Hoje o meu coração transborda, porque amanhã transbordará ainda mais. Queira o mundo que seja pelos melhores motivos... Estou cansada de falhar, de arrependimentos e de dinheiros mal gastos.

sexta-feira, 10 de junho de 2011

out out

Por aqui vai-se para Santa Cruz e depois Alentejo.
Bom feriado e fim-de-semana, meus queridos!

quinta-feira, 9 de junho de 2011

school school

Ultimamente o tempo tem sido mais do que pouco. Tenho aulas até dia 8 de Julho e a Gala de Homenagem aos Alunos, e dia 20 é apresentação do projecto de final de ano. O projecto tem sido super cansativo, tivemos de criar um serviço de raiz, fazer plano de marketing e plano de comunicação, orçamentos, enfim, gigante. Quando a entrega é já para a semana, mas pronto, está quase terminado. O que me atormenta desde hoje de manhã foi a proposta - que nem foi bem proposta pois ninguém me perguntou se eu queria - de ler na Gala excertos do conto que escrevi para um concurso a nível nacional, na categoria de escrita criativa. Eu e o meu pânico de expor estas minhas palavras ao mundo, dar-lhes voz, movimento oral, aterroriza-me. Por isso não sei se leia eu ou arranje alguém. Por um lado é boa esta apresentação, porque o meu projecto de final de ano vai ser apresentado a um júri e assim treinava ainda mais, mas por outro lado nunca na minha vida ouvi alguém ler algo meu e seria bem provavelmente uma experiência emotiva para mim. Vamos lá ver como corre. E vocês, meus queridos leitores, já de férias?

sexta-feira, 3 de junho de 2011

womans womans

Amanhã, espero eu, será dia de femme - com direito a compras e coisas do género.
Bom fim-de-semana, meus queridos!

sexta-feira, 20 de maio de 2011

segunda-feira, 18 de abril de 2011

easter easter

Agora que estou oficialmente de férias, vou para Tavira passar uns dias.
Boa Páscoa, meus queridos!

sábado, 9 de abril de 2011

segunda-feira, 28 de março de 2011

domingo, 20 de março de 2011

Marketing Marketing

Estou um pouco nervosa quanto à chegada desta terça-feira. Eu e mais quatro colegas fomos convocadas pela minha coordenadora de curso para uma reunião com um grupo de psicólogos do Ministério da Educação habituados a lidar com o ensino regular, e nós teremos a função de lhes falar um pouco sobre o nosso tipo de ensino. Penso que o objectivo é demonstrar trabalhos nossos e acima de tudo, expor o quão mais trabalhoso é o que fazemos e estudamos ao contrário do que se pensa. Eu fui especialmente chamada por ser quem actualmente tem melhores notas do meu ano e particularmente por um trabalho de mind mapping que fiz à pouco tempo em que tive 20 valores. Vamos lá ver como é que corre!

sexta-feira, 18 de março de 2011

dinner dinner

Hoje a noite vai ser passada fora, num jantar de amigas, que por sinal se espera fantástico.
Boa sexta-feira!