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sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

advertisement advertisement

Tinha mesmo que aqui falar da nova campanha da Pimkie "I like me" e nos flyers que estão espalhados por todas as lojas. São super chamativos, em várias cores e teem no verso o seguinte textinho que me chamou bastante atenção:
"Dear Me / I've changed. And I'm proud of it / I accept my faults: my big feet, my funny little ways / I move forward. I fly. I mess up. And I star again / I ispire others. My family, my mates, my boyfriend / My shoes are like my pals. They come in all styles and colours / My journeys are like my opinions. Enriched by meeting new people / I know what I want. I accept how I am. And I love myself / Hell yeah, I love mayself! And I share the love. With my friends, with your friends, with the world / I like that. I like Me / Pimkie. I like me."

domingo, 27 de novembro de 2011

me me.

Preciso seriamente de calma na minha vida, de me rodear de coisas boas e bonitas, de pessoas inteligentes e com conteúdo. Afastar-me de toda esta onda negativa e desnecessária em que me insiro. Preciso de ser, quem sabe, mais eu. E não esta pele que visto todos os dias para ir estudar, para conseguir lidar com as pessoas que - infelizmente - tenho de conviver todos os dias. Julgar eu que o local que mais defendi, acreditei e me surpreendeu é o que agora me arrepia só de pensar em estar nele. Julgar que esse mesmo local onde tanto cresci profissionalmente é o ultimo em que quero estar, e faço jogos de cabeça e contas à vida para me escapar dele. E tudo por causa das pessoas. Devido, ironicamente, ao meu maior e mais antigo amor - as pessoas. Os seres que mais me intrigam, apaixonam e impressionam. Há maldade por este nosso (lindo) mundo a fora. Mas não deve ser por isso que o iremos seguir. Temos antes de ser melhores, para ao encostarmos a cabeça à almofada sabermos de coração quente que não contribuímos para essa maldade mundial. Podemos ter uma vida menos emocionante, menos lutada, mas fazemos a nossa parte e isso devia-nos satisfazer mais que qualquer outra coisa. E é assim que eu vivo. Nos cinco dias de semana em que acordo às sete da manhã e visto esta minha pele mais opaca que a verdadeira. Lembro-me bem de antigamente, quando era mais nova, mais livre, mais alegre, julgar que era com os meus amigos, colegas e conhecidos que poderia ser eu mesma. Rir alto, saltar, dançar, correr, dizer o que a minha pele necessitasse de expelir. Mas depois, como os mais velhos sempre me disseram, há pessoas que quer queiramos quer não desaparecem da nossa vida. Vemos que temos de abdicar do céu para ter uma mão cheia de coisas concretizadas. Porque sonhar é perfeito, mas só nos trás algo se fizermos por isso. E eu decidi fazer. Perdi o céu, porque quis, porque sim, porque não consegui impedir que isso acontecesse - não importa. Perdi-o e por substituição falsa encontrei uma bolha inquebrável de mentalidades distorcidas, estranhas e irreais. E não é com essas pessoas que sou eu, é comigo mesma. Ganhei muita insegurança, porque quando começamos a guardar tudo para nós perdemos também um pouco das nossas forças. Começamos a achar que não vale a pena, que é desnecessário, que não é oportuno, que não merece a importância. Mas se calhar vale, não tudo, mas há muita coisa que merece ser dita e realçada. Porque a vida são os sonhos e as palavras. E sonhos tenho-os aos montes, tal como às palavras. Mas todos refundidos em mim, e não no céu que outrora foi só meu.
A verdade é que me preocupo muito. Com todos e com tudo. Até com aqueles que são maus para mim. Tento agir sempre da melhor maneira. Não por medo mas porque quero acima de tudo saber para comigo mesma que não fui igual àquela pessoa. Então sou educada, choro por dentro - de raiva ou de tristeza - mas de mim terão sempre o mesmo, o melhor de mim que conseguir e que achar que merecem. Por vezes até escrever me preocupa. Porque nem aqui sou livre, nem aqui tenho aquele céu que tanta falta me faz. Escrever sobre mim é instintivo, mas expô-lo
não é. Porque me preocupa o quão aborrecido possa ser ler-me. Porque as pessoas não gostam de grandes textos a não ser os verdadeiros literários. Porque me podem interpretar mal, porque me podem julgar. E sabendo no meu intimo que não sou, nem ninguém é perfeito, não deixa de ser aquele tipo de ideia que não consigo aceitar. Porque eu preciso muito, muito de o ser. Porque cada vez que estou lá perto me sinto realmente feliz - como não o sou muitas vezes. Não as vezes suficientes para me apagar estas ideias da cabeça. Maioria da minha vida senti que as pessoas não davam valor ao que eu sou. Não que eu seja uma grande pessoa, uma grande mulher, um grande humano. Mas há tanta gente que admiramos na vida, e há tanta gente que eu admiro... Ou mesmo que não se vá por esses caminhos, apenas que oiçam os meus ideias, que pensem neles... O mundo está cheio de ideias estipuladas, de frases feitas e de ideias pré-concebidas mas isso não deve ser motivo para fecharmos os olhos a elas. Devemos mesmo assim escutá-las e perceber quais as mais acertadas, as que mais expõem a nossa própria maneira de pensar. E por vezes é isso que eu procuro na minha escrita. Que alguém se encontre aqui. Que haja uma alma no mundo parecida a mim. Que veja o mundo como eu. Com um amor triste - é certo - mas com muita esperança. Que saiba realçar o que de melhor há por aqui e o pior de tudo. Que veja a beleza como o agradável que é e não como uma futilidade. Que veja a educação como um bem essencial para a sobrevivência da espécie e não como falsidade. Talvez eu queira muita coisa, talvez eu me preocupe demasiado, talvez eu não consiga nunca ser perfeita realmente, mas isto são os meus ideais que espero um dia transformá-los nas minhas conquistas - com todo o meu amor e coração. E hoje, ao contrário de tantas centenas de textos que já escrevi e não os demonstrei ao céu, abro-me e aqui está - embrulhado em mágoa e confiança.

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Projecto de Aptidão Profissional

No final deste ano vou ter uma super apresentação de um projecto da minha exclusiva autoria, que conta imenso para a minha média final de curso. O problema é: que tema. Tenho de criar uma empresa, de produtos ou serviços e ajudava muito que fosse algo inovador para o mercado - ou algo que, mesmo que já exista, seja pouco desenvolvido e promovido. Ando com isto à volta a imenso tempo. O tempo passa num instante... Alguém tem sugestões? Se criassem uma empresa, do que seria? Preciso de conceitos, de inspirações. Ando a pensar em sapatos (ainda não o confessei a ninguém, só a vocês) porque quero apostar bastante na publicidade e sapatos dá para mil e uma coisas - e eu nem sou nada de sapatos, por acaso, mas ocorreu-me. Sapatos de dança. Sapatos inspirados em filmes. O que acham?

domingo, 2 de outubro de 2011

days days.

Ao contrário de toda a minha vida, quando entrei neste local de ensino eu dei o triplo de mim. Eu quis ser a melhor aluna, ter testes bem acima do razoável, ter as melhores médias. Eu decidi crescer, deixei de brincar tanto porque percebi o quanto isso me distraía e prejudicava nos meus objectivos. Fiz, no fundo, finalmente jus à idade que tenho. Até à altura tinha as piores notas e os melhores colegas. Desde à dois anos que tenho as melhores notas e os piores colegas. E, ainda que as vezes isso seja difícil de suportar, fez-me ver que talvez nem toda a gente me visse para além de uma pessoa alegre. Aqui, onde estou, vêem em mim tudo aquilo que não sou. Acham-me fraca, falsa e secante. E quando brinco, acham que me esforço para tal, que não é algo natural. Eu, que nunca tinha ouvido tais adjectivos dirigirem-se a mim. Isto começou aos poucos, porque sou muito diferente deles: sou das mais velhas, a que tinha experiênciado mais vivências e a única que já tinha habilitações tal como um nível de ensino mais acima do deles. E eu tinha dado o salto, percebido de que as coisas agora eram a sério, e eles continuavam a brincar, como tinha eu feito antes de entrar para este novo mundo e conhecê-los. Se fosse à uns anos atrás, pensaria que "queria lá saber", há mais gente. Mas ali é diferente. É necessário que haja uma certa ligação, estamos muitas muitas horas juntos num espaço escolar que não é assim tão grande. Sentiu-se aquela breve rivalidade dos cursos, a trivialidade dos anos mais acima do nosso. A sensação de ascensão e de responsabilidade de que iremos trabalhar quando sairmos dali. Formaram contra mim a relação mais estranha de todas. Nem sequer é bem um amor-ódio, é um interesse com alguma simpatia ocasional. E enquanto por um lado isso me aborrece imenso, porque é um dia-a-dia numa situação cansativa, por outro lado vejo o quanto eles estão a perder e eu a ganhar. Porque eu vou vencer, e eles vão continuar a brincar e a criticar aqueles que fazem o que eles deveriam fazer.

quarta-feira, 23 de março de 2011

PR PR

Ontem foi, então, aquela dita "reunião" com os psicólogos... Nunca fui tão enganada na minha vida! Primeiro aquilo era um conjunto de actividades sobre cada curso. Cada curso tinha a sua bancada com trabalhos e informações sobre o mesmo. E eu, e as minhas colegas onde estávamos? Na entrada, a fazer de Relações Publicas. Estavam duas colegas à porta a receber as pessoas e tínhamos duas secretárias distintas cada uma com duas colegas: uma com a lista de psicólogos convidados onde confirmava-mos nomes, pedíamos e-mails e passávamos certificados de presença, e outra como espécie de merchandising em que oferecíamos uma mala com um pack de informação sobre a nossa escola. Tínhamos também connosco quatro alunos do último ano do curso que faziam uma visita guiada aos convidados pela escola e que depois os levava ao auditório. Aquilo supostamente começava ás três, mas eram 14.35 já estava tudo a chegar e ao mesmo tempo. Eram quatro e tal da tarde, ainda lá estávamos nós, em pé, desgraçadas, a olhar umas para as outras. Eram cerca de 30 psicólogos e não compareceram 12 - mas nós tínhamos que esperar. Estávamos a perder as actividades que supostamente deveríamos fazer parte, como estarmos na nossa banca e falar com os ditos psicólogos e tirar-lhes dúvidas sobre os cursos. Então eu desci para ir ver, e para minha surpresa: praticamente toda a nossa banca (de Marketing e Publicidade) tinha trabalhos meus: o meu mind mapping, uma produção fotográfica que fiz sobre viagens e natureza, etc etc. A minha coordenadora pediu-me que ali ficasse e estava-me sempre a impingir pessoas para lhes explicar os objectivos do curso. Foi intimidador, mas até acho que me safei. Cheguei a casa ás cinco e meia, e caí para o lado, literalmente, porque ainda não me tinha sentado desde as duas.

domingo, 20 de março de 2011

Marketing Marketing

Estou um pouco nervosa quanto à chegada desta terça-feira. Eu e mais quatro colegas fomos convocadas pela minha coordenadora de curso para uma reunião com um grupo de psicólogos do Ministério da Educação habituados a lidar com o ensino regular, e nós teremos a função de lhes falar um pouco sobre o nosso tipo de ensino. Penso que o objectivo é demonstrar trabalhos nossos e acima de tudo, expor o quão mais trabalhoso é o que fazemos e estudamos ao contrário do que se pensa. Eu fui especialmente chamada por ser quem actualmente tem melhores notas do meu ano e particularmente por um trabalho de mind mapping que fiz à pouco tempo em que tive 20 valores. Vamos lá ver como é que corre!

domingo, 20 de fevereiro de 2011

lazy lazy

Estive a pensar em como me prejudica a vida ser tão preguiçosa. Já mo tinham dito algumas vezes, mas eu anuía e nem ligava ao assunto. Mas cada vez mais me apercebo de quanto perco com isso. E uma dessas vertentes é a escola. O que me chamou a atenção para isso foi ter recebido um 19,5 no teste de sociologia, estudando apenas 10 minutos antes de entrar para a aula do teste. Eu não gosto de estudar, nunca gostei e duvido que algum dia venha a gostar. Por isso estou com a atenção toda virada para as aulas, para o que os formadores dizem, para depois não ter que estudar mais tarde. E é isso que me dá as notas altas como estas (não são sempre assim, também não sou nenhum génio né). Mas depois pergunto-me, e se estudasse também em casa, não seria ainda melhor? Se sou tão perfeccionista, porque não faço mais e melhor sempre e não só às vezes?

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

unknown unknown

Tenho andado super ocupada. Têm sido muitos os testes e as propostas de novos projectos. Houve dois que abracei com especial dedicação e interesse, mas que um deles acabei por não cumprir (mas disso nem vou falar, porque não quero perder já a boa disposição). O outro é uma "obra" literária para um concurso de escrita criativa. Tenho a dizer que já a acabei e que a minha formadora de Português a achou divinal, uma das minhas colegas também a leu, e curiosamente aconselhou-me a criar um blog. Achei graça, fazer-me de surpreendida e de desinteressada. As pessoas sabem de nós aquilo que lhes contamos. E tirando vocês, meus queridos leitores que não me conhecem pessoalmente, são pouquíssimas os amigos que sabem deste meu lado. E é assim que pretendo que continue. As vezes protegermos o que temos de mais sossegado e feliz, é a melhor solução.

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

creativity creativity

Curiosamente ou não, em apresentações e feitura de trabalhos os meus formadores sempre me disseram que não sou lá muito criativa/original. Que projecto bem a voz, defendo muito bem aquilo que digo, tenho presença, etc, mas no que toca a ser criativa, falho aí. Por isso, hoje decidi empenhar-me a sério no meu novo projecto que consiste na criação de um serviço original (ou seja, inexistente no mercado) e criei uma empresa chamada WomanLine. É uma empresa de telecomunicações, como existe a Vodafone, Optimus, etc, mas com a particularidade de ser só para mulheres nascidas e nacionalizadas em Portugal. Claro que especifiquei tarifários, missão, objectivos e valores da empresa, os 7 P's do Marketing de Serviços, logótipo, etc. Que acham? É desta que me dizem que até tenho ideias giras? Dava mesmo jeito...
Ah, é verdade: pessoas interessadas e queridas que me ajudaram naquele projecto sobre o anúncio televisivo para a Associação Salvador sobre os deficientes motores, tivemos o melhor trabalho da turma! Ainda não sei a nota, mas estou à espera de um 18 p'raí.

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

days days

Tive um fim-de-semana absolutamente medonho. Fui para as Alhadas, na Figueira da Foz, onde a minha avó tem uma casa de férias. Os meus pais decidiram dar um festão para os amigos no domingo. Até aí, tudo bem. Problemas: estavam 4 graus de dia e não-sei-quantos-negativos de noite ou seja completamente insuportável habitar naquela casa ou sequer dormir, a casa tem 3 pisos logo houve muito que arrumar e limpar, a casa é mesmo junta a uma nacional - passam poucos carros mas quando passam é a uma velocidade que decerto rasga os limites legais da segurança rodoviária ou seja um perigo -, eu e a minha irmã temos um quarto comum e ela naquela noite decidiu falar enquanto dormia e vocês não têm noção do meu pânico a qualquer coisa que envolva distúrbios de sono ou sonambulismo (eu tive insónias durante 3 anos, mas elas não incomodam nem assustam ninguém sem se a própria pessoa), estava um pássaro morto atrás do frigorifico - e isso sim foi o pânico total, eu e os bichos não nos damos, principalmente pássaros e principalmente mortos -, os telemóveis não têm rede a não ser no meu quarto no segundo andar ou deves em quando numa janela da sala (e muito pouca, portanto só mensagens, telefonar estava completamente fora de questão), queimei uma mão na lareira, etc etc.
Para compensar hoje, ainda que cheiíssima de sono, recebi o meu trabalho de Publicidade sobre As estratégias de Comunicação da Campanha de Lançamento da Martini Rosato (tema escolhido por mim) e tive 18 valores. Nota que me compensou de imediato as 5 horas seguidas sem um único intervalo que passei em frente ao computador para o fazer. Sexta-feira em principio irei com a minha querida mãe fazer as últimas compras de Natal para a família e umas coisinhas para mim, e depois quanto aos meus, logo se vê. Maior problema: prenda para o senhor meu namorado.

Ah! Amanhã à tarde vou fazer a parte fotográfica do anúncio sobre os deficientes motores. O meu pai falou com o enfermeiro-chefe de uma das clínicas da empresa e conseguiu-me uma cadeira-de-rodas para eu fazer o trabalho. Est parfait!

domingo, 7 de novembro de 2010

project project

Tenho um novo trabalho em mãos, que a meu ver, é o mais difícil que tive até hoje. Tenho que produzir um anúncio televisivo - de 3 minutos no máximo - como chamada de atenção ás pessoas de cadeiras de rodas. Isto é, tenho que vestir a pele da Fundação Salvador (instituição de deficientes motores) e demonstrar as dificuldades que estes encontram na nossa sociedade.
Quero sugestões, seja de cenários, frases, imagens, enquadramento, situações difíceis para estas pessoas... Qualquer coisa, muito obrigada!

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

away away

Ainda que fim-de-semana prolongado seja sempre magnifique, este esperasse com algum trabalhinho. Tenho de iniciar o trabalho sobre a imagem institucional da Benetton, dar uma passagem no do Acidente do Golfo do México (tema que não lembra nem ao menino Jesus) e uma revisão na matéria para o teste de Publicidade. Mais tarde irei pedir sugestões para um filme que tenho de produzir, está bom? Eu depois explico melhor.
Bom Halloween!

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

killing me.

Eu queria ser forte. Queria ter força interior suficiente para agir, e provocar admiração por mim nos outros. Que o meu namorado dissesse ás pessoas que o rodeiam, de coração a transbordar de contentamento, o quanto sou lutadora e não me deixo ir abaixo com facilidade. Mas eu não sou sempre assim, e acabo por me desiludir. Gostava de não dar tanta importância ás situações e não ter este horrível defeito que é ver sempre os dois lados da moeda. Ser prática, vendo somente o meu lado da questão e não me preocupar tanto com os outros envolvidos, com as diferentes perspectivas, não permitindo assim que sejam esses afectarem-me mais. Mais do que aquilo que dói no meu peito fraco. No fundo, talvez queira também dar-me com pessoas melhores. Não digo pessoas como eu. Mas das que não procuram conflitos, que se deixam estar e se dedicam ao que é realmente importante.
Entrei nesta nova etapa da minha vida (à um ano atrás) muito anti-amigos e muito mais trabalho. Mas as relações e os laços - por menos alimentados que sejam - são definitivamente inevitáveis. Até que, verdade seja dita, é muito difícil viver sem eles - quanto mais, no sitio onde passamos maior numero de horas dos nossos dias. Mas é preciso ser realista e saber escolher. Mas há também que entender aqui, que se estiverem numa ilha consideravelmente limitada, com um certo número mínimo de pessoas, dificilmente conseguiram não ter qualquer contacto com uma/duas delas. - passo o exemplo. Talvez eu não saiba bem o que procuro, e a verdade seja essa. Percebi que os laços dificultam o trabalho, mas a falta de laços prejudica o ambiente. Entre outras divergências, a nossa motivação escorre, porque não tem sequer uma troca de interesses ou de execuções com outrem. Há uma sensação de abandono, que por mais que seja o amor à arte, sozinhos não evoluímos. Talvez haja quem consiga trabalhar bem assim, mas eu não. Tal como não o consigo se der muito valor ás relações estabelecidas nos locais onde estudo, porque me distraem. Preciso então de um meio-termo. E o problema é esse, nem eu sou suficientemente forte para ignorar nem o dito meio-termo é possível no local onde me encontro.

bad bad

Há dias maus e insuportáveis, que para nossa sorte, têm mais de 24 horas.

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

challenge challenge

Eu nem sou muito de fechar os olhos a desafios, mas há alturas em que não podemos ter mais olhos que barriga e avaliar a olho nu as nossas capacidades e prioridades. Teria sido um projecto de todo interessante, mas tive de levar a mão à consciência e desistir dele. Não estou desiludida comigo, tenho coisas à frente de outras - não necessariamente por serem mais importantes - mas porque é o futuro que muitas vezes está em jogo. E eu nesta altura do campeonato não me posso aventurar em situações em que não tenha certeza de que vão correr bem.

terça-feira, 28 de setembro de 2010

working working


Ainda que as aulas estejam a ser um pouco dolorosas, admito que já tinha saudades dos trabalhos. Hoje praticamente finalizei uma proposta de design para um folheto promocional, falta-me só o orçamento que ainda vou ter que tratar com a gráfica. Espanta-me que um designer tenha que entregar um documento unicamente teórico com o "plano" do que futuramente vai ser estético. É difícil imaginar a capa de um livro através de informações escassas como o tamanho do papel, o acabamento, se as cores são pantones ou não, etc. Mas pelos vistos é assim que funciona e é sempre bom aprender, ainda que não seja especificamente a minha área, nunca se sabe o dia de amanhã.

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

studies studies

Pois é, aqui a je já se encontra em aulas à dois dias. E acordar ás 6.40h da manhã, tem custado, e muito! Bon voyage férias...

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

cars cars

Agora que acabei o código - a semana passada - vamos à condução. Já tenho a licença e começo dia 1 de Setembro. Nervosa? Ora devo dizer-vos que bastante.

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

driving driving

E hoje tive as minhas duas primeiras aulas de código. Foram ligeiramente cansativas, mas o que tem de ser, tem de ser.